livros
Comecei a ler Junji Ito por Uzumaki, Gyo e Amigahara's Fall e me apaixonei no horror-nonsense-gore do autor.
O cara arrasa no storytelling, arrasa no desenho mas quando se trata de fechamento, quase sempre é uma lástima. Sabe aquela série que foi ótima e o último episódio caga tudo? Vide Dexter pra comprovar. Junji é assim. Mas não criemos pânico pois não se aplica à todos onde o final hora não fazem sentido, ou faltam emoção pras histórias tão impactantes, alguns se salvam mas não é aquele fecho com uma mega reviravolta. Porém, devo ressalvar que a mente de Junji Ito é fantástica, mesmo lendo tudo o que acho dele não é possível prever o que virá no próximo quadrinho.
Não tive contos para favoritar no livro, ou me arrepiar como outros fizeram. O Quinto conto de Voices in The Dark me fez estremecer e o estômago embrulhar muito mais do que este livro todo. O Kana mesmo achou um conto do Fragmentos do Horror mega engraçado.
O apego com a personagem de Tomie do Junji rendeu um livro só para ela e, no Fragmentos do Horror, tem muito -mas muito- conto sobre essa adolescente.
Tem até uma história tristonha no meio, de dar dó mesmo. E acho que o Junji estava assim, triste ao escrever esses contos. No posfácio ele diz que sentiu falta do seu amigo-redator, já falecido, e senti isso nos contos. Temos que entender a obra toda, certo?
Acho que o livro tá bem leve, perfeito pra quem tem medo ou não gosta do gênero mas tem aquela curiosidade.
Agora, olha essas capas que lindas! Com reflexo de monstros.Sensacional! A impressão tá maravilhosa, capa dura, folhas de boa gramatura e sem borrões nos desenhos.
Comprei o livro quando fui pra SP lá na Livraria Cultura (Merci, @Marcela).
Fragmentos do Horror não tão horror assim
14/03/2018
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| Edição Especial de 224 páginas pela Darkside |
Comecei a ler Junji Ito por Uzumaki, Gyo e Amigahara's Fall e me apaixonei no horror-nonsense-gore do autor.
O cara arrasa no storytelling, arrasa no desenho mas quando se trata de fechamento, quase sempre é uma lástima. Sabe aquela série que foi ótima e o último episódio caga tudo? Vide Dexter pra comprovar. Junji é assim. Mas não criemos pânico pois não se aplica à todos onde o final hora não fazem sentido, ou faltam emoção pras histórias tão impactantes, alguns se salvam mas não é aquele fecho com uma mega reviravolta. Porém, devo ressalvar que a mente de Junji Ito é fantástica, mesmo lendo tudo o que acho dele não é possível prever o que virá no próximo quadrinho.
Não tive contos para favoritar no livro, ou me arrepiar como outros fizeram. O Quinto conto de Voices in The Dark me fez estremecer e o estômago embrulhar muito mais do que este livro todo. O Kana mesmo achou um conto do Fragmentos do Horror mega engraçado.
O apego com a personagem de Tomie do Junji rendeu um livro só para ela e, no Fragmentos do Horror, tem muito -mas muito- conto sobre essa adolescente.
Tem até uma história tristonha no meio, de dar dó mesmo. E acho que o Junji estava assim, triste ao escrever esses contos. No posfácio ele diz que sentiu falta do seu amigo-redator, já falecido, e senti isso nos contos. Temos que entender a obra toda, certo?
Acho que o livro tá bem leve, perfeito pra quem tem medo ou não gosta do gênero mas tem aquela curiosidade.
Agora, olha essas capas que lindas! Com reflexo de monstros.Sensacional! A impressão tá maravilhosa, capa dura, folhas de boa gramatura e sem borrões nos desenhos.
Comprei o livro quando fui pra SP lá na Livraria Cultura (Merci, @Marcela).


tv&cinema
Você gosta de Doctor Who? e de Sherlock? e do Douglas Adamns?
Se ao menos uma você respondeu sim, pare o que tá fazendo e vai ver essa série. Agora, se você respondeu não pra todas as perguntas, volte duas casas da vida.
A série baseada em uma novel do queridinho Douglas Adams (The Long Dark Tea-Time Of The Soul) é a melhor série de comédia-ficção pra se ver até agora.
Faça-me o favor de assisitr Dirk Gently's Holistic Detective Agency
01/03/2018
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Primeira exibição em 22/10/2016 | Comprada pela Netflix, 18 episódios, 02 Temporadas
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Se ao menos uma você respondeu sim, pare o que tá fazendo e vai ver essa série. Agora, se você respondeu não pra todas as perguntas, volte duas casas da vida.
A série baseada em uma novel do queridinho Douglas Adams (The Long Dark Tea-Time Of The Soul) é a melhor série de comédia-ficção pra se ver até agora.
Dirk Gently é um detetive holístico que usa de meios diferentes para solucionar casos, deixando que o universo o ajude a solucionar os eventos por vir. Daí vem o significado de holístico: compreender os fenômenos na sua totalidade e globalidade.
De começo você pode achar Dirk muito, mas muito irritante - mas tudo faz parte de um contexto maior. O que me lembrou muito a regeneração do David Tennant para o Matt Smith - demorei a aceitar mas no fim acabei adorando a personalidade.
Se você gosta de personagens atrapalhados, pode ficar que tem aos montes. E é isso que deu uma cor à série. Mas cor é o que não falta na série, é tudo tão agradável de se ver que depois vendo vídeos do painel da Comic Con San Diego e vendo quem é o diretor da série tudo fez sentido.
Sério, se você é fã de Doctor Who e tá com aquele vazio até a nova temporada começar, você tem que assistir essa série. O personagem do Dirk em si, é uma mistura explicita do 11º Doutor ( Matt Smith) com o Sherlock da série - todas produzidas pela BBC. Além de que conseguimos ver Elijah Wood sem lembrar do papel fantástico de Frodo, aqui ele foi apenas Todd. E se já leu alguma coisa do Douglas Adamns, você vai perceber o humor nato, digno de mochileiro nas galáxias, na série.
// porque a série é tão boa?
Mesmo que com todo o papo holístico e muita coisa inventada, tudo tem um sentido na série. A primeira temporada foi tão bem feita que você assiste tudo num piscar de olhos.
Na primeira temporada nos primeiros episódios eu ficava louca com a inserção dos personagens assim, do nada, já chegando e causando mesmo. "Quem é essa louca? wtf, meu!" Mas ahá, depois tudo tinha uma explicação.
Já na segunda temporada, os personagens são mais explorados e dá para perceber a sintonia entre eles. Principalmente no Dirk, ele fica muito mais soltinho em "ser quem ele é", na primeira temporada parecia que ele estava se contendo, igual quando vamos conhecer alguém pessoalmente e ficamos guardando toda nossa peculiar loucura pra quando estivermos mais à vontade.
É uma série pra se criar laços com os personagens e suas peculiaridades e odiar a galera do mal da trama. Você torce e se envolve muito com todos os personagens, além de dar risadinhas ao longo dos episódios.
Eu gostei tanto, mas tanto da série que fiquei vendo muitos vídeos do elenco e é perceptível como eles tem uma ligação maravilhosa. Até mesmo o Max Landis (diretor) tem um canal no youtube onde ele dá dicas para jovens escritores (além de vários snaps divertidíssimos com os atores). Achei sen-sa-ci-o-nal.
A série deu adeus em sua segunda temporada sendo cancelada por falta de audiência e trocada por mais uma temporada de Revenge (a escolha do produtor). Virou mais um Firefly na história da TV.
So long, and thanks for all the fish.
De começo você pode achar Dirk muito, mas muito irritante - mas tudo faz parte de um contexto maior. O que me lembrou muito a regeneração do David Tennant para o Matt Smith - demorei a aceitar mas no fim acabei adorando a personalidade.
Se você gosta de personagens atrapalhados, pode ficar que tem aos montes. E é isso que deu uma cor à série. Mas cor é o que não falta na série, é tudo tão agradável de se ver que depois vendo vídeos do painel da Comic Con San Diego e vendo quem é o diretor da série tudo fez sentido.
Sério, se você é fã de Doctor Who e tá com aquele vazio até a nova temporada começar, você tem que assistir essa série. O personagem do Dirk em si, é uma mistura explicita do 11º Doutor ( Matt Smith) com o Sherlock da série - todas produzidas pela BBC. Além de que conseguimos ver Elijah Wood sem lembrar do papel fantástico de Frodo, aqui ele foi apenas Todd. E se já leu alguma coisa do Douglas Adamns, você vai perceber o humor nato, digno de mochileiro nas galáxias, na série.
// porque a série é tão boa?
Mesmo que com todo o papo holístico e muita coisa inventada, tudo tem um sentido na série. A primeira temporada foi tão bem feita que você assiste tudo num piscar de olhos.
Na primeira temporada nos primeiros episódios eu ficava louca com a inserção dos personagens assim, do nada, já chegando e causando mesmo. "Quem é essa louca? wtf, meu!" Mas ahá, depois tudo tinha uma explicação.
Já na segunda temporada, os personagens são mais explorados e dá para perceber a sintonia entre eles. Principalmente no Dirk, ele fica muito mais soltinho em "ser quem ele é", na primeira temporada parecia que ele estava se contendo, igual quando vamos conhecer alguém pessoalmente e ficamos guardando toda nossa peculiar loucura pra quando estivermos mais à vontade.
É uma série pra se criar laços com os personagens e suas peculiaridades e odiar a galera do mal da trama. Você torce e se envolve muito com todos os personagens, além de dar risadinhas ao longo dos episódios.
Eu gostei tanto, mas tanto da série que fiquei vendo muitos vídeos do elenco e é perceptível como eles tem uma ligação maravilhosa. Até mesmo o Max Landis (diretor) tem um canal no youtube onde ele dá dicas para jovens escritores (além de vários snaps divertidíssimos com os atores). Achei sen-sa-ci-o-nal.
A série deu adeus em sua segunda temporada sendo cancelada por falta de audiência e trocada por mais uma temporada de Revenge (a escolha do produtor). Virou mais um Firefly na história da TV.
***
Mas e aí, eu fiz uma boa propaganda da série? Gostei tanto que fica difícil de falar sem dar spoilers ou ficar repetitiva, rs. So long, and thanks for all the fish.
planner
Desde o ano passado a ideia de ter um planner, agenda, bullet estava na cabeça. Tentei tudo, até agenda online e nada havia dado certo. Até que com calma eu fui me adaptando à alguns caderninhos em que eu datava e seguia com o cronograma diário.
A Steh me recomendou comprar um fichário e ir colocando os inserts conforme meu planejamento - ideia que vou seguir só depois que acabar esse (o que vai dar tempo de pedir um fichário lindão no aliexpress).
Por enquanto sigo com o pms tracker, a planilha de refeições, a planilha de gastos e pagamentos diários fora do planner - eu grampeio a folha em uma pagina da semana pra ir completando. Isso já tá me dando faniquito em apressar a ideia de comprar um fichário.
Daí que eu senti falta de algumas coisas e procurando na internet não achei nenhum insert de gasolina. Como eu uso o carro todo dia, gosto de saber quanto eu fiz na semana e quanto tempo durou a calibração dos pneus.

Então, resolvi eu mesma fazer um insert para o que eu precisava, o de gasolina é só o começo, pois foi tão legal fazer que já fiz uma listinha. Agora quero compartilhar com vocês os dois modelos que fiz.
Se você usar, me conta o que achou, o que poderia mudar, tirar, acrescentar. Vai ser muiiiiiito legal trocar ideias sobre o assunto :)
+ Posts sobre planners
Quase Mineira | O que eu posso Acrescentar no Meu Planner
Sentimentaligrafia | O Meu Bullet Journal
eu e meu planner: insert simples de gasolina e despesas diárias para download
18/02/2018

Desde o ano passado a ideia de ter um planner, agenda, bullet estava na cabeça. Tentei tudo, até agenda online e nada havia dado certo. Até que com calma eu fui me adaptando à alguns caderninhos em que eu datava e seguia com o cronograma diário.
Achei o planner da tilibra pra comprar numa das idas à papelaria. As capas fofas me chamaram atenção tanto quanto o precinho bacana. Mas os espaços são muitos pequenos pra mim e as folhas super finas, o que acabavam transferindo tinta com aquelas canetas da stabilo, então larguei de mão no começo de Janeiro mesmo.
Até que fui dar uma passada na banca e acabei vendo esse Meu Planner Perfeito, hesitei antes de comprar pois 65 reais em um "caderno" que eu não saberia se usaria - sendo que no da tilibra paguei uns 14 reais. Fui pesquisar como eram as páginas e vi que não era pouca coisa, gostei e me joguei na ideia. Pedi ajuda das amigas em como preencher o planejamento mensal, pois estava sem rumo.

tão bonitinho mas tão ordinário
Por enquanto sigo com o pms tracker, a planilha de refeições, a planilha de gastos e pagamentos diários fora do planner - eu grampeio a folha em uma pagina da semana pra ir completando. Isso já tá me dando faniquito em apressar a ideia de comprar um fichário.
Daí que eu senti falta de algumas coisas e procurando na internet não achei nenhum insert de gasolina. Como eu uso o carro todo dia, gosto de saber quanto eu fiz na semana e quanto tempo durou a calibração dos pneus.

A capa é de plástico, coisa ótima pra quem é estabanada como eu! As folhas, nossa, muito boas pra quem só usa caneta tipo stabilo(essas canetas tem um nome especifico? você saberia me dizer?). Os espaços bem distribuídos e tem folha pra dedéu.
Tem seis divisões: agenda, casa, relacionamentos, fé, trabalho e vida pessoal. Cada uma vem com uma página dando ideias de como preencher as lacunas e com muita, mas muita dica pra vida. Foi um bom investimento.
ainda aprendendo como preencher esses quadradinhos fofos.
Se você usar, me conta o que achou, o que poderia mudar, tirar, acrescentar. Vai ser muiiiiiito legal trocar ideias sobre o assunto :)
Quase Mineira | O que eu posso Acrescentar no Meu Planner
Sentimentaligrafia | O Meu Bullet Journal
radio
O meu amor começou com Smile Like You Meant It e só vem aumentando cada dia mais.
A música é sensacional e mexe comigo, o som entra na minha alma e me dá um choque de animo, de vida. Se meu dia tá ruim é porque ainda não ouvi The Killers, pode apostar. Ao fazer a lista me deparei como o meu queridinho nº13 sempre me persegue.
Ano passado me apeguei ao álbum Battle Born de um jeito inexplicável. Fez todo sentido pra mim. O álbum inteiro te trás lembranças, forças, puxa os sentimentos das minhas tripas e me fez enfrentar a realidade mais pé no chão. Você quer? Então vá atrás.
Essa lista exclui o novo álbum porque ainda não tive aquele tempinho de apreciação, mas Rut já me pegou pela consciência e me chacoalhou.
I changed my mind a bunch of times while doing this list, but this is what The Killers does with you; the music go throught your veins and changes the way you feel, see and think about some things.
Só posso considerar essa música um hino, né? Cara, quanto sentimento transborda nesse som!
É música de gente sofredora? É! Mas é muito boa, é fortalecedora.
Chego me arrepio inteira ouvindo, chega se faz uma lágrima no olho, não tem como.Na verdade esse álbum inteiro me dá arrepios, sentimentos, vontade de chorar!
When they knock you down
You're gonna get back on your feet
(No, you can't stop now)
"Change your ways, while you're young"
3. Runaways - Battle Born
Essa música dá sentido à tanta coisa. Tem uma hora que fugir dos problemas, das responsabilidades é uma das únicas coisas que a gente pensa em fazer - e consequentemente, por um certo tempo, a gente faz. Não a nada de errado nisso, temos que ter aquela pausa.
4. Here With Me - Battle Born
Essa foi a música que me fez chorar e eu nem sabia o porquê. Só senti meu coração inundando numa tristeza sem fim, numa saudade.
Minha primeira impressão era sobre alguém que morreu - depois eu entendi melhor.
Essa musica tem uma energia que consegue passar pelo corpo inteiro, é tilintante.
Everybody has theirs Sam's Town.
Você tem uma banda que ama tanto que não consegue expressar o quanto a adora? Faz uma listinha do seu top 13 também, vou amar conhecer sua banda da vida.
The Killers: o top 13 da banda da minha vida
08/02/2018

O meu amor começou com Smile Like You Meant It e só vem aumentando cada dia mais.
A música é sensacional e mexe comigo, o som entra na minha alma e me dá um choque de animo, de vida. Se meu dia tá ruim é porque ainda não ouvi The Killers, pode apostar. Ao fazer a lista me deparei como o meu queridinho nº13 sempre me persegue.
Ano passado me apeguei ao álbum Battle Born de um jeito inexplicável. Fez todo sentido pra mim. O álbum inteiro te trás lembranças, forças, puxa os sentimentos das minhas tripas e me fez enfrentar a realidade mais pé no chão. Você quer? Então vá atrás.
Essa lista exclui o novo álbum porque ainda não tive aquele tempinho de apreciação, mas Rut já me pegou pela consciência e me chacoalhou.
I changed my mind a bunch of times while doing this list, but this is what The Killers does with you; the music go throught your veins and changes the way you feel, see and think about some things.
1. Battle Born - Battle Born
Só posso considerar essa música um hino, né? Cara, quanto sentimento transborda nesse som!
É música de gente sofredora? É! Mas é muito boa, é fortalecedora.
Chego me arrepio inteira ouvindo, chega se faz uma lágrima no olho, não tem como.Na verdade esse álbum inteiro me dá arrepios, sentimentos, vontade de chorar!
When they knock you down
You're gonna get back on your feet
(No, you can't stop now)
2. Smile Like You Mean It - Hot fuss
A musica que desbravou The Killers pra mim não poderia ser melhor que essa. Quer melhor coisa do que parar de esconder o que sente? De sorrir quando você quer sorrir? Ninguém tá sempre 100% bem."Change your ways, while you're young"
3. Runaways - Battle Born
Essa música dá sentido à tanta coisa. Tem uma hora que fugir dos problemas, das responsabilidades é uma das únicas coisas que a gente pensa em fazer - e consequentemente, por um certo tempo, a gente faz. Não a nada de errado nisso, temos que ter aquela pausa.
"Ain't we all just runaways"
4. Here With Me - Battle Born
Essa foi a música que me fez chorar e eu nem sabia o porquê. Só senti meu coração inundando numa tristeza sem fim, numa saudade.
Minha primeira impressão era sobre alguém que morreu - depois eu entendi melhor.
5. A Great Big Sled - (RED) Christmas EP
Pra mim é Natal todo dia! Mas quando o Natal vai chegando eu tenho que escutar A Great Big Sled e Don't Shoot Me Santa todo dia sagradamente. Ela tem uma batida tão boa que não importa o dia sempre vai parecer que é Natal. fucking nostalgic.6. Deadlines and Commitments - Battle Born
Só o nome dessa música me arrepia! A vida é isso, cheia de prazos e compromissos all the fucking time e se no meio disso você estagnar, é hora de pedir ajuda."If you should fall upon hard times
If you should lose your way
There is a place
Here in this house
That you can stay"
7. Tranquilize with Lou Reed - Sawdust
Acho essa musica tão pós-revolução que o clipe só complementa o que eu sinto. Além disso, o coro das crianças no refrão me dá a sensação de um another brick in the wall.
'Cause I don't care where you've been
And I don't care what you've seenWe're the ones who still believe
And we're looking for a pageIn that lifeless book of hope
Where a dream might help you cope
With the Bushes and the bombs
Ahh Tranquilize "
8. Why Do I Keep Counting? - Sam's Town
Sério, porque você continua contando sendo que a vida ta deslizando pelas suas mãos à todo segundo?
Essa é aquela musica que faz a gente refletir um pouquinho no que estamos fazendo da vida.
Am I strong enough to be the one?
9. Losing Touch - Day & Age
A vibe dessa música é tão boa que me sinto flutuando no espaço com os olhos fechados, balançando a cabeça suavemente enquanto a gravidade me leva.
"Console me in my darkest hour And tell me that you always hear my cries"
10. For Reasons Unknow - Sam's Town
É incrível como eles conseguem trazer evolução, crescimento, renovação à cada álbum. E como cada musica traz sentido à certos períodos da vida."I pack my case, I check my faceI look a little bit olderI look a little bit colder"
11. Forget About What I Said - Day & Age
Se essa música tivesse clipe com toda certeza seria de um casal brigando, ou de um show em um lugar pequeno com muita gente e um jogo de luzes, ou com alguém tendo crise existenciais. São tantas interpretações que vai depender do seu dia pra escolher qual acatar. E é isso o que eu gosto na música, todas essas possibilidades.12. Sam's Town - Sam's Town
Antes de Battle Born tomar conta da minha vida, Sam's Town era a minha queridinha nº1 (tudo por causa do show no Royal Albert Hall nota: prepare-se pra chorar muito vendo).Essa musica tem uma energia que consegue passar pelo corpo inteiro, é tilintante.
Everybody has theirs Sam's Town.
13. Sweet Talk - Sawdust
Sabe aquela música que você só sente? É assim com Sweet Talk, só apreciação.
"Let me fly Then I need a release from This troublesome mind"
***
publicidade & propaganda
saga do freelancer
Estamos sempre à procura de palavras de ajuda e consolo quando nos sentimos perdidos. Já falei dos que me salvam quando a bad chega e necessito de uma direção. No mundo Freelance a gente tem que segurar as bandas pra não desmoronar, o isolamento é fato mas não precisamos ficar totalmente #foreveralones. Tá com dúvida? Pede ajuda sim! O que mais vejo são pessoas acanhadas em pedir ajuda por medo de se passarem por #newbies. Parou com essa graça pois pedir ajuda não dói.
Com tudo isso, a minha alegria é grande em compartilhar canais que te pode ajudar abrindo um pouco a sua mente para os negócios da vida. Muitos desanimam por não saber cobrar ou até mesmo por não acreditar no próprio trabalho.
saga do freelancer | canais que podem te ajudar
01/02/2018

Estamos sempre à procura de palavras de ajuda e consolo quando nos sentimos perdidos. Já falei dos que me salvam quando a bad chega e necessito de uma direção. No mundo Freelance a gente tem que segurar as bandas pra não desmoronar, o isolamento é fato mas não precisamos ficar totalmente #foreveralones. Tá com dúvida? Pede ajuda sim! O que mais vejo são pessoas acanhadas em pedir ajuda por medo de se passarem por #newbies. Parou com essa graça pois pedir ajuda não dói.
Com tudo isso, a minha alegria é grande em compartilhar canais que te pode ajudar abrindo um pouco a sua mente para os negócios da vida. Muitos desanimam por não saber cobrar ou até mesmo por não acreditar no próprio trabalho.
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Freela Criativo
Esse canal é um dos mais completos pra quem tá nesse mundo de home-office. Tem muita dica que ajuda muito, você chega se sentir devedor de algo só de ver os vídeos. Pra quem gosta de ser freelancer, ou quer arriscar tem que ver algum vídeo do Freela Criativo. Sei que toda profissão tem prós e contras mas se a gente focar só nos contras é capaz de não conseguir mover um dedo em busca do que poderia dar certo. Os Freelas são incentivadores, e é isso o que eu mais gosto no canal.Dois Bits
No meio de vários vídeos de viagem e cotidiano, Pedro nos mostrou muito da realidade do que é ser freelancer. Os vídeos são bem diretos e conseguem direcionar quem ainda tá perdido no assunto. Recomendo fortemente!Clube do Design
Tá aí um canal que sempre me ajudou muito. Além de diversos tutoriais(que salvam quem tá começando a aprender os adobes), tem muitos vídeos sobre como é ser freelancer e entender os perrengues desse estilo de vida, vídeos com dicas pra não errar e se frustar na hora do vamos ver.
***
Agora venho dar um deixa de: Feliz dia dos Publicitários!
Acho que posso afirmar que é raro um publicitário não ter um blog!
Você também faz parte desse grupo ma-ra-vi-lho-so? Vem me dar um oi!
***
Agora venho dar um deixa de: Feliz dia dos Publicitários!
Acho que posso afirmar que é raro um publicitário não ter um blog!
Você também faz parte desse grupo ma-ra-vi-lho-so? Vem me dar um oi!
tv&cinema
Primeiro que eu tava esperando muito, mas muito mesmo, por episódios fora de realidade. O que aconteceu foi que essa temporada foi bem ok, sem muitas surpresas.
Não contente fui logo ver algumas resenhas no youtube e acabei ficando mais descontente ainda. De fato essa temporada foi uma reciclagem de algumas tecnologias de episódios passado, mas nem a pau que Metalhead foi o pior episódio da temporada. Metalhead é uma história que sim pode ser real. Nunca tive tanto medo de cachorro que nem nessa agonia metalizante.
Numa escala de melhor pro pior pra mim foram: Metalhead, Black Museum (pela histórias dentro do episódio e não a que estava focada), Hang The DJ, Arkangel (que poderia ter sido muito mais explorada do que fora), Uss Callister e, por fim, Crocodile.
Confesso que achei a protagonista muito fraquinha. Assim, não sei vocês mas vontade de viver eu tenho de sobra, eu vou tentar até o ultimo minuto. Lindo, lindo demais.

O episódio fez ligações com vários outros mostrando objetos usados em várias temporadas, achei legal de colocarem isso. Foi um bom episódio.

A maior parte do episódio se passa dentro de um quarto, onde o casal passa x tempo que é determinado por um app. A parte em que os dois protagonistas se rebelam e começam a escalar o muro me lembrou muito Wayward Pine.
Seria esse um alerta à relacionamentos rasos? À se sujeitar em coisas porquê algo influenciou o seu jeito de relacionar? Ou até mesmo que quando tá tudo bem não se deve mexer em nada? As pessoas ficam presas em relações que não conseguem sair por sentirem que talvez não há outra saída e esquecem que a vida é só uma. Wasn't it supposed to be different?
Experimento governamental que foi testado usando criancinhas e pais com preocupação over 9000.
Até uma parte do episódio eu achei bacaninha (fraco mas bacana) e penso que poderiam ter aproveitado muito mais da tecnologia no episódio. Um exemplo seria a menina presenciar um crime e não entender por ter a visão bloqueada, ou ela mesmo ser vítima de um e a mãe usar o Arkangel pra ajudar. Seria esperançoso demais? Talvez.
Levantou uma questão interessante em como pais superprotetores sufocam os filhos - not cool- e usam da autoridade familiar pra controlar os filhos. É pro seu bem, eles disseram. Cara, filho é pro mundo, tem que deixar sair da casinha. quanto mais preso mais alienado fica. Respeitar a personalidade não é querer fazê-lo mudar pra "o seu bem".
Mas ai o episódio foi se perdendo no meio dos casos de família e acabou bem suave, bem nada a ver, bem whatever. Acabou e pronto.

Cada cena eu ficava puta com a burrice da protagonista, cada cena era um "ah não, ela não vai fazer isso" e ela ia lá e fazia. A bola de problemas que ela criou foi quadruplicando a cada passo que dava.
A tecnologia aqui foi um tipo de scan de memórias usado pelo governo para quem sofre acidente, que só levou a protagonista pois ela era testemunha ocular de um atropelamento de um carro sem motorista.
Esse episódio me deu a sensação que carro automático não presta, que quando você mais precisa dele ele não vai ligar (e que peppermints são usadas pra "contar o tempo" e parecem ser uma delicia).
O final foi ok, sem muitas surpresas.

Já comecei a temporada com expectativas baixas por causa desse USS Boring. A trama do "nerd humilhado" ficou meio passada. Até que no começo do episódio eu fiquei com esperança dele com a mamãe(já era, ela sempre vai ser a mãe do how i met your mother). Mas ai o cara que tem o nível de interação social abaixo de 0 vai lá e começa com as paranoia dele. para de ser doido!
Eu tava com pena dele, queria até ser amiga dele mas o cara não cooperou e eu tava com vontade de dar um soco de realidade na cara dele. O feitiço virou contra o feiticeiro no final e ficou em aberto: morreu ou entrou em coma?
Agora você me fala o que achou dessa temporada! Será que vai ter um 5ª? O que você acha que eles iriam abordar nessa futura temporada?
Eita, Black Mirror. (Black Mirror 4ª Temporada)
29/01/2018
Cuidado que tem Spoiler pra caraca aqui.
Que que eu posso falar dessa temporada hein? Ai, ai, Tais. Primeiro que eu tava esperando muito, mas muito mesmo, por episódios fora de realidade. O que aconteceu foi que essa temporada foi bem ok, sem muitas surpresas.
Não contente fui logo ver algumas resenhas no youtube e acabei ficando mais descontente ainda. De fato essa temporada foi uma reciclagem de algumas tecnologias de episódios passado, mas nem a pau que Metalhead foi o pior episódio da temporada. Metalhead é uma história que sim pode ser real. Nunca tive tanto medo de cachorro que nem nessa agonia metalizante.
Numa escala de melhor pro pior pra mim foram: Metalhead, Black Museum (pela histórias dentro do episódio e não a que estava focada), Hang The DJ, Arkangel (que poderia ter sido muito mais explorada do que fora), Uss Callister e, por fim, Crocodile.

Metalhead (run clever boy, run)
Quando você coloca algo que deve ser fofo como arma mortal pode esquecer o lado humano, abigos. Nada mais punk que cachorro mecânico que tem como objetivo aniquilar tudo que for de carne e osso. No episódio o drama intensifica com tudo p&b.Confesso que achei a protagonista muito fraquinha. Assim, não sei vocês mas vontade de viver eu tenho de sobra, eu vou tentar até o ultimo minuto. Lindo, lindo demais.

Black Museum (mini-circo de horrores tecnológicos)
Esse ficou em segundo na minha lista e não foi pelo primeiro plano da história. O conjunto das outras histórias contadas no episódio foram muito mais interessantes do que o complemento final. No começo já achei que o cara ia trancar a amiga perdida e fazer picadinho dela, mas sabe como a vida é engraçada, né. O que eu conclui disso é que aquele cara do implante da falecida foi muito ingênuo, aliás, todo mundo nessa série é ingênua com tecnologia; é igual filme de terror que o personagem nunca viu um filme de terror na vida.O episódio fez ligações com vários outros mostrando objetos usados em várias temporadas, achei legal de colocarem isso. Foi um bom episódio.

Hang The DJ (tinder do futuro)
Um romancezinho no meio da temporada porque love wins any time. Tudo muito fofo pra projetar como seria um tinder futurístico onde a porcentagem de match com alguém se baseia em quantas tentativas você e o suposto pretendente fizeram contra o sistema. Achei bonitinho.A maior parte do episódio se passa dentro de um quarto, onde o casal passa x tempo que é determinado por um app. A parte em que os dois protagonistas se rebelam e começam a escalar o muro me lembrou muito Wayward Pine.
Seria esse um alerta à relacionamentos rasos? À se sujeitar em coisas porquê algo influenciou o seu jeito de relacionar? Ou até mesmo que quando tá tudo bem não se deve mexer em nada? As pessoas ficam presas em relações que não conseguem sair por sentirem que talvez não há outra saída e esquecem que a vida é só uma. Wasn't it supposed to be different?
Arkangel (chip do demônio)
Seria esse o implante do demônio que tanto profetizaram uns anos atrás?Experimento governamental que foi testado usando criancinhas e pais com preocupação over 9000.
Até uma parte do episódio eu achei bacaninha (fraco mas bacana) e penso que poderiam ter aproveitado muito mais da tecnologia no episódio. Um exemplo seria a menina presenciar um crime e não entender por ter a visão bloqueada, ou ela mesmo ser vítima de um e a mãe usar o Arkangel pra ajudar. Seria esperançoso demais? Talvez.
Levantou uma questão interessante em como pais superprotetores sufocam os filhos - not cool- e usam da autoridade familiar pra controlar os filhos. É pro seu bem, eles disseram. Cara, filho é pro mundo, tem que deixar sair da casinha. quanto mais preso mais alienado fica. Respeitar a personalidade não é querer fazê-lo mudar pra "o seu bem".
Mas ai o episódio foi se perdendo no meio dos casos de família e acabou bem suave, bem nada a ver, bem whatever. Acabou e pronto.

Crocodile (alguém pare essa mulher)
Primeiro que eu não tinha entendido o nome do episódio e fiquei esperando algo com um crocodilo que tava solto e fazendo vítimas na cidade, ou o acidente do começo do episódio ser revelado por causa de um crocodilo. Nada disso. A Rapha me avisou que o nome se refere ao choro da protagonista ao matar as pessoas. Boa sacada.Cada cena eu ficava puta com a burrice da protagonista, cada cena era um "ah não, ela não vai fazer isso" e ela ia lá e fazia. A bola de problemas que ela criou foi quadruplicando a cada passo que dava.
A tecnologia aqui foi um tipo de scan de memórias usado pelo governo para quem sofre acidente, que só levou a protagonista pois ela era testemunha ocular de um atropelamento de um carro sem motorista.
Esse episódio me deu a sensação que carro automático não presta, que quando você mais precisa dele ele não vai ligar (e que peppermints são usadas pra "contar o tempo" e parecem ser uma delicia).
O final foi ok, sem muitas surpresas.
USS Callister (stalker level supreme)
Mais um episódio sobre games e eles me aprontam essa fantasia Star Trek que dá pra se resumir em: a vida de um stalker nível master.Já comecei a temporada com expectativas baixas por causa desse USS Boring. A trama do "nerd humilhado" ficou meio passada. Até que no começo do episódio eu fiquei com esperança dele com a mamãe(já era, ela sempre vai ser a mãe do how i met your mother). Mas ai o cara que tem o nível de interação social abaixo de 0 vai lá e começa com as paranoia dele. para de ser doido!
Eu tava com pena dele, queria até ser amiga dele mas o cara não cooperou e eu tava com vontade de dar um soco de realidade na cara dele. O feitiço virou contra o feiticeiro no final e ficou em aberto: morreu ou entrou em coma?
***
Agora você me fala o que achou dessa temporada! Será que vai ter um 5ª? O que você acha que eles iriam abordar nessa futura temporada?
tv&cinema
Com o anúncio da segunda temporada de Dark, não me contive e quero deixar minha opinião sobre a série ressaltada aqui!
Cuidado, não me regulei nos spoilers. (cito Doctor Who também - sua conta seu risco)
Dark é a série que eu precisava ver pra dar um ânimo (ainda não esqueci Lost). Não sei vocês, mas falou sobre viagem no tempo eu tô entrando sem pedir licença. A primeira série alemã original da Netflix conseguiu casar tão bem o nome da série com a sua atmosfera. É Dark, é Noir, é Indie.
A estética foi a primeira coisa que e chamou a atenção, o contraste usado no emblema sombrio da série me cativou, me aconchegou e fez meus olhos brilharem.
A trama misteriosa com personagens tão naturais nos prendeu a atenção e conseguimos vivenciar a série. Degustamos os episódios lentamente pra não chegar ao fim - pois até então não havia nenhum manifesto sobre uma próxima temporada.
Posso dizer que foi umas das melhores séries de 2017. Até pulamos Stranger Things pois não estávamos no clima pra ver(e ainda não estamos).
O clima super Twin Peaks abraçou quem ama esse tipo de série. Confortante pra caramba. Especialmente a musica de tema escolhido, que me deu a sensação de estar acampando numa mata desconhecida com os amigos.
Me deu até vontade de aprender alemão - e isso foi uma das coisas que eu mais gostei por assistir a série, ver algo tão legal em uma língua estereotipada de difícil foi maravilhoso. Sou do tipo de pessoa que gosta de novidade - e novidade de boa qualidade.
No começo eu achei que era coisa de alguma seita - o Kana já matou tudo no segundo episódio e mesmo tão previsível foi bacana de assistir. O previsível não é spoiler, tem uma chance daquilo que a gente acha não acontecer então você fica numa pilha que quando acontece como você pensou a sensação é de "sou foda".
A confusão da árvore genealógica envolve Jonas - o garoto em que o pai se matou - e a família de Ulrich Nielsen (que está à procura de seu filho Mikkel).
O padrão de 33 anos de acontecimentos paranormais em Widden faz significado com muitas coisas - na série eles citam trechos bíblicos e tentam conectar esses acontecimentos à alguma ira divina.
2019 é onde a série se apresenta, envolvendo o desaparecimento de Mikkel; 1986 sendo o ano do desaparecimento do irmão de Ulrich - que é pra onde o Mikkel vai parar; 1953 o ano em que Ulrich fica preso por tentar matar Helge - quem ele achou ser responsável pelos sequestros e mortes das crianças e que seria a ligação de tudo. Tem um episódio do Doctor Who em que a Donna tem que escolher pra onde ela vai pra parar um loop e se livrar de um alien que tá sugando a energia dela e é como se fosse um sonho. Então, é tipo isso.
A hora de escolher é o que mata - mas olha a curiosidade em saber pra que época a portinha dava era maior, então nem liguei que ele foi pelo lado errado. c h o i c e s
A agonia que me deu quando Ulrich entrou no timeworp e fez o trajeto pela cidade, vocês não fazem ideia. Adulto não sabe brincar com o tempo, acha que vai conseguir tudo matando ou mudando as coisas e não sabe o que um efeito borboleta pode causar. O curioso de como eles usam o tempo e não há causa/efeito paradoxo. Dá pra perceber bem pois o Jonas de 2052 não fica muito perto do Jonas de 2019. Além das coisas acontecerem por terem que acontecer - vide Helge com sua orelha estraçalhada, por fazerem parte do loop.
Gostaria de mais cenas com a Elisabeth, a filha da Charlotte. Ela foi uma graça e, na minha cabeça, agregaria muito mais à série se participasse mais dos eventos. Bom, ela foi uma peça chave pra saber quem é Noah (que você ainda não sabe se faz tudo por um culto ou é illuminati a lá Angels&Demons - chuto dizer que ele não pertence à nenhuma daquelas linhas de tempo).
Dark não é uma série pra se criar laços com os personagens, a gente assiste pra saber que diabos essa galera que tem os nervos à flor da pele vai fazer. Achei a maioria dos personagens sem sal(menos a mãe de Jonas, que mulher infernal - desde criança um demônio possessivo), mas eles fizeram tanto sentido à trama que nossa, eu só queria saber o desenrolar da história.
Ontem, conversando com os amigos e o Hubby, começamos desenrolar a série e as perguntas que ficaram no ar foram:
Noah é o futuro do Bartozs?
Noah é o avó do Ulrich?
O que a Claudia quer?
Quem diabos realmente é Aleksander?
Vou fazer uma ressalva aqui: a série é fantástica, entretanto se não fosse pelos últimos 50 segundos finais ficaria perfeita. A cena da trupe do futuro não me convenceu, ainda mais com a garota falando no final. Falei merda? Não sei, mas que estou animada pra segunda temporada eu tô demais!
Agora dá uma olhada nesses memes que o pessoal que pirou com a série fez. Confesso que ri de quase todos: Memes de Dark
Nossa, como eu tô Dark (Dark 2017 Netflix)
15/01/2018

Com o anúncio da segunda temporada de Dark, não me contive e quero deixar minha opinião sobre a série ressaltada aqui!
Cuidado, não me regulei nos spoilers. (cito Doctor Who também - sua conta seu risco)
Dark é a série que eu precisava ver pra dar um ânimo (ainda não esqueci Lost). Não sei vocês, mas falou sobre viagem no tempo eu tô entrando sem pedir licença. A primeira série alemã original da Netflix conseguiu casar tão bem o nome da série com a sua atmosfera. É Dark, é Noir, é Indie.
A estética foi a primeira coisa que e chamou a atenção, o contraste usado no emblema sombrio da série me cativou, me aconchegou e fez meus olhos brilharem.
A trama misteriosa com personagens tão naturais nos prendeu a atenção e conseguimos vivenciar a série. Degustamos os episódios lentamente pra não chegar ao fim - pois até então não havia nenhum manifesto sobre uma próxima temporada.
Posso dizer que foi umas das melhores séries de 2017. Até pulamos Stranger Things pois não estávamos no clima pra ver(e ainda não estamos).
O clima super Twin Peaks abraçou quem ama esse tipo de série. Confortante pra caramba. Especialmente a musica de tema escolhido, que me deu a sensação de estar acampando numa mata desconhecida com os amigos.
No começo eu achei que era coisa de alguma seita - o Kana já matou tudo no segundo episódio e mesmo tão previsível foi bacana de assistir. O previsível não é spoiler, tem uma chance daquilo que a gente acha não acontecer então você fica numa pilha que quando acontece como você pensou a sensação é de "sou foda".
A confusão da árvore genealógica envolve Jonas - o garoto em que o pai se matou - e a família de Ulrich Nielsen (que está à procura de seu filho Mikkel).
O padrão de 33 anos de acontecimentos paranormais em Widden faz significado com muitas coisas - na série eles citam trechos bíblicos e tentam conectar esses acontecimentos à alguma ira divina.
2019 é onde a série se apresenta, envolvendo o desaparecimento de Mikkel; 1986 sendo o ano do desaparecimento do irmão de Ulrich - que é pra onde o Mikkel vai parar; 1953 o ano em que Ulrich fica preso por tentar matar Helge - quem ele achou ser responsável pelos sequestros e mortes das crianças e que seria a ligação de tudo. Tem um episódio do Doctor Who em que a Donna tem que escolher pra onde ela vai pra parar um loop e se livrar de um alien que tá sugando a energia dela e é como se fosse um sonho. Então, é tipo isso.
A hora de escolher é o que mata - mas olha a curiosidade em saber pra que época a portinha dava era maior, então nem liguei que ele foi pelo lado errado. c h o i c e s
A agonia que me deu quando Ulrich entrou no timeworp e fez o trajeto pela cidade, vocês não fazem ideia. Adulto não sabe brincar com o tempo, acha que vai conseguir tudo matando ou mudando as coisas e não sabe o que um efeito borboleta pode causar. O curioso de como eles usam o tempo e não há causa/efeito paradoxo. Dá pra perceber bem pois o Jonas de 2052 não fica muito perto do Jonas de 2019. Além das coisas acontecerem por terem que acontecer - vide Helge com sua orelha estraçalhada, por fazerem parte do loop.
Gostaria de mais cenas com a Elisabeth, a filha da Charlotte. Ela foi uma graça e, na minha cabeça, agregaria muito mais à série se participasse mais dos eventos. Bom, ela foi uma peça chave pra saber quem é Noah (que você ainda não sabe se faz tudo por um culto ou é illuminati a lá Angels&Demons - chuto dizer que ele não pertence à nenhuma daquelas linhas de tempo).
Dark não é uma série pra se criar laços com os personagens, a gente assiste pra saber que diabos essa galera que tem os nervos à flor da pele vai fazer. Achei a maioria dos personagens sem sal(menos a mãe de Jonas, que mulher infernal - desde criança um demônio possessivo), mas eles fizeram tanto sentido à trama que nossa, eu só queria saber o desenrolar da história.
Ontem, conversando com os amigos e o Hubby, começamos desenrolar a série e as perguntas que ficaram no ar foram:
Noah é o futuro do Bartozs?
Noah é o avó do Ulrich?
O que a Claudia quer?
Quem diabos realmente é Aleksander?
Vou fazer uma ressalva aqui: a série é fantástica, entretanto se não fosse pelos últimos 50 segundos finais ficaria perfeita. A cena da trupe do futuro não me convenceu, ainda mais com a garota falando no final. Falei merda? Não sei, mas que estou animada pra segunda temporada eu tô demais!
Agora dá uma olhada nesses memes que o pessoal que pirou com a série fez. Confesso que ri de quase todos: Memes de Dark
E você, o que achou da série? Vamos conversar!
diary
Eu queria fazer um textão agradecendo e reclamando das coisas que aconteceram no ano passado, mas meh- toda a vibe já passou e eu não tive tempo algum para isso. A Marcela já definiu muito bem o que passou - e ainda citou Battle Born que é a música regente da minha vida.
Chuto dizer que a música desse ano é Blackbird - The Beatles, pois nada faz mais sentido em depois de uma batalha a gente se libertar - 2018 é o ano para isso.
Tive que ouvir alguns comentários sobre " se ela quiser ter um ano maravilhoso ela que vá atrás", tudo por causa de uma foto que postei desejando um 2018 maravilhoso. Cara, se tem uma coisa que me dá ânimo é a pessoa duvidar do meu potencial, é o comentário lixo (que sempre vem de pessoas à toa) que me dá aquela carga de "você vai ver se não consigo". Sério, não duvide de mim.
Estou me sentindo muito bem esse ano - coisa que por muito tempo deixei à mercê dos eventos-, estou sentindo que esse será o ano em que eu mudarei minha vida, o ano que eu vou fazer grandes coisas. Já fiz meu life project pro ano e eu consigo sentir a diferença em comparação ao ano passado pra esse ano.
Olá, 2018
13/01/2018

Eu queria fazer um textão agradecendo e reclamando das coisas que aconteceram no ano passado, mas meh- toda a vibe já passou e eu não tive tempo algum para isso. A Marcela já definiu muito bem o que passou - e ainda citou Battle Born que é a música regente da minha vida.
Chuto dizer que a música desse ano é Blackbird - The Beatles, pois nada faz mais sentido em depois de uma batalha a gente se libertar - 2018 é o ano para isso.
Tive que ouvir alguns comentários sobre " se ela quiser ter um ano maravilhoso ela que vá atrás", tudo por causa de uma foto que postei desejando um 2018 maravilhoso. Cara, se tem uma coisa que me dá ânimo é a pessoa duvidar do meu potencial, é o comentário lixo (que sempre vem de pessoas à toa) que me dá aquela carga de "você vai ver se não consigo". Sério, não duvide de mim.
Estou me sentindo muito bem esse ano - coisa que por muito tempo deixei à mercê dos eventos-, estou sentindo que esse será o ano em que eu mudarei minha vida, o ano que eu vou fazer grandes coisas. Já fiz meu life project pro ano e eu consigo sentir a diferença em comparação ao ano passado pra esse ano.
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