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Estou me sentindo uma adolescente de novo. Tirando a parte de Bruxas, Demônios, Magia e coisas paranormais, para mim O Mundo Sombrio de Sabrina é a série que mais chega perto de mostrar um colegial de verdade. Nada de saltos e Channel do que vemos em @riverdale.
Primeiro que caí no conto do vigário dos rumores de um crossover entre Sabrina e Riverdale, o que não aconteceu. Fiquei triste e espero que isso aconteça na próxima temporada de alguma das duas séries.
Nessa temporada vemos Sabrina muito mais dinâmica e decidida em vários aspectos da vida dela. Amadureceram o personagem no tempo certo, já que o seu batismo da trevas tem uma ligação externa de passar da fase adolescente e começar a entender mais um pouco do que os adultos fazem ou não. Toda aquela tensão sexual que envolvem os 17 anos, a decisão amorosa entre Harvey e Nick,a petulância em bater de frente com os mais velhos e a escolha pela solidão. Afinal, já temos a percepção de que Sabrina não se dá por vencida por qualquer coisa, se tem uma pessoa que quer mudar o mundo e quer o mundo pra si, é ela.
Teve uma hora que eu senti que Sabrina havia perdido a razão, porém com o passar dos episódios entendi que ela só queria a união dos mundos. Ela queria ser a desbravadora.
Nessa temporada aparecem novos desafios, personagens fortes e pragmáticos que deram a trama uma nova fase. Algumas relações foram atadas e romances surgiram mas não agradaram muito. Acho que foi só uma tentativa de afastar Sabrina de Harvey. Ainda fico com o ship de Brinick (Sabrina + Nick)
Agora eu preciso falar: Prudence, porquê tão estúpida?
Claro que isso só mostra o quanto relações familiares podem ser tóxicas e comprometedoras a ponto de esquecermos do nosso eu e viver em bem da família mesmo que esse bem seja algo que nos prejudique.
A série conseguiu trazer vários tópicos de assuntos importantes em cenas que ficaram claras, exemplificando como o abuso, preconceito, toxicidade pode vir de qualquer canto ou qualquer um.
Já a srta. Wardell revelou sua verdadeira face e cumpriu seu plano-destino, gostei muito do final que ela teve, apesar de não ter gostado muito da personagem na série.
Claramente já queria uma 3ª temporada feita para saber quais problemas perseguiram os Spellmans, já que o episódio final não fechou a história da trama.
E pra fechar o post com um gostinho de quero mais, deixo com vocês essa análise de todas as referências ao mundo do horror que a série fez. Simplesmente eu amei essa postagem!
Maratonei O Mundo Sombrio de Sabrina Parte 2, e agora?
08/07/2019

Primeiro que caí no conto do vigário dos rumores de um crossover entre Sabrina e Riverdale, o que não aconteceu. Fiquei triste e espero que isso aconteça na próxima temporada de alguma das duas séries.
Nessa temporada vemos Sabrina muito mais dinâmica e decidida em vários aspectos da vida dela. Amadureceram o personagem no tempo certo, já que o seu batismo da trevas tem uma ligação externa de passar da fase adolescente e começar a entender mais um pouco do que os adultos fazem ou não. Toda aquela tensão sexual que envolvem os 17 anos, a decisão amorosa entre Harvey e Nick,a petulância em bater de frente com os mais velhos e a escolha pela solidão. Afinal, já temos a percepção de que Sabrina não se dá por vencida por qualquer coisa, se tem uma pessoa que quer mudar o mundo e quer o mundo pra si, é ela.
Teve uma hora que eu senti que Sabrina havia perdido a razão, porém com o passar dos episódios entendi que ela só queria a união dos mundos. Ela queria ser a desbravadora.
Nessa temporada aparecem novos desafios, personagens fortes e pragmáticos que deram a trama uma nova fase. Algumas relações foram atadas e romances surgiram mas não agradaram muito. Acho que foi só uma tentativa de afastar Sabrina de Harvey. Ainda fico com o ship de Brinick (Sabrina + Nick)
Agora eu preciso falar: Prudence, porquê tão estúpida?
Claro que isso só mostra o quanto relações familiares podem ser tóxicas e comprometedoras a ponto de esquecermos do nosso eu e viver em bem da família mesmo que esse bem seja algo que nos prejudique.

A série conseguiu trazer vários tópicos de assuntos importantes em cenas que ficaram claras, exemplificando como o abuso, preconceito, toxicidade pode vir de qualquer canto ou qualquer um.
Já a srta. Wardell revelou sua verdadeira face e cumpriu seu plano-destino, gostei muito do final que ela teve, apesar de não ter gostado muito da personagem na série.
Claramente já queria uma 3ª temporada feita para saber quais problemas perseguiram os Spellmans, já que o episódio final não fechou a história da trama.
E pra fechar o post com um gostinho de quero mais, deixo com vocês essa análise de todas as referências ao mundo do horror que a série fez. Simplesmente eu amei essa postagem!
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Vou começar entrando em contradição com o meu eu. A coisa que eu mais odeio (preciso começar a falar isso no passado) são séries e filmes de drama. Sempre que alguém vinha me indicar algo do gênero, meu olho dava uma volta ao mundo de preguiça. Hoje, eu pago a língua tendo uma das minhas séries favoritas no gênero e é dela que eu venho lhes falar.
Você precisa ver essa série. Todo mundo precisa ver essa série.
E o inacreditável é que isso está vindo de uma pessoa que não gosta de drama e só de escrever essa resenha eu já estou chorando. Ah, um detalhe: prepare-se para chorar muito com This Is Us.
A trama envolvem quatro pessoas que tem o aniversário em comum e é só isso que eu vou dizer.
O relato perfeito de muitas vidas, pessoas, casas, histórias. This is Us vai te elevar no quesito interpessoal de emoção, relacionamentos e te fazer pensar que diabos estou fazendo da minha vida.
Estou acompanhando a 3ª temporada, e a cada episódio eu sinto mais e mais vontade de chorar. Louco, né? Teve alguns episódios que solucei. O formato em que a historia é contada te pega de um jeito que não tem volta, te apresenta personagens que dá vontade de guardar numa caixinha pra todo o sempre. Essa é daquelas séries que você vive junto.
E já lhe adianto: não é uma série previsível. Há alguns x de questões e tensões que as famílias passam que são muito mais complexas do que qualquer hipótese que você pode ter. É isso que faz a série se aproximar da realidade, são vidas que vão se realizando com o passar das consequências de situações que qualquer um pode passar.
Você vai se apaixonar por um homem, por um pai, por um filho. Se você não gosta de se emocionar na frente dos outros, aconselho a assistir ela no seu quarto e de preferência com um lenço, porque olha, rapaaz, tem episódio você vai chorar de soluçar. O Kana disse que fica até exausto em ver os episódios pois é muita, muita, muita emoção. E nisso eu concordo com ele, depois de ver dois ep's seguidos eu fico com a cabeça bem pesada. Defino-a como uma felicidade-triste.
Pra quem gosta de séries que envolva drama familiares, que mostra lutas e dilemas atuais, vai se amarrar. Pode confiar que essa série é sensacional.
Confira o trailer e me fala se ficou com vontade de assistir. Acredite, o trailer não faz jus à intensidade que a série nos entrega.
This Is us - A Melhor Série de Drama do Mundo!
25/03/2019

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| This is Us (2016) por FOX e distribuída pelo Amazon Prime Video. (18 episódios de ~45min cada.) |
Você precisa ver essa série. Todo mundo precisa ver essa série.
E o inacreditável é que isso está vindo de uma pessoa que não gosta de drama e só de escrever essa resenha eu já estou chorando. Ah, um detalhe: prepare-se para chorar muito com This Is Us.
A trama envolvem quatro pessoas que tem o aniversário em comum e é só isso que eu vou dizer.
O relato perfeito de muitas vidas, pessoas, casas, histórias. This is Us vai te elevar no quesito interpessoal de emoção, relacionamentos e te fazer pensar que diabos estou fazendo da minha vida.
Estou acompanhando a 3ª temporada, e a cada episódio eu sinto mais e mais vontade de chorar. Louco, né? Teve alguns episódios que solucei. O formato em que a historia é contada te pega de um jeito que não tem volta, te apresenta personagens que dá vontade de guardar numa caixinha pra todo o sempre. Essa é daquelas séries que você vive junto.
E já lhe adianto: não é uma série previsível. Há alguns x de questões e tensões que as famílias passam que são muito mais complexas do que qualquer hipótese que você pode ter. É isso que faz a série se aproximar da realidade, são vidas que vão se realizando com o passar das consequências de situações que qualquer um pode passar.

Pra quem gosta de séries que envolva drama familiares, que mostra lutas e dilemas atuais, vai se amarrar. Pode confiar que essa série é sensacional.
Confira o trailer e me fala se ficou com vontade de assistir. Acredite, o trailer não faz jus à intensidade que a série nos entrega.
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Episódio especial de ano novo, "Resolution", exibido em 01 de janeiro de 2019.
Temos Spoilers, watch out.
Depois de uma temporada com altos e baixos, fiquei ansiosa pro especial de ano novo - é ano novo. Como tudo mudou nessa temporada, os episódios especiais também mudariam né?
Não achei ruim não, mas perdeu um pouco do significado do Natal para mim, todo ano ficava esperando pelo episódio de Natal.
Esse foi daqueles episódios que nem fede nem cheira, totalmente morno.A história não contribuiu, e me deu sono. Os acompanhantes mais sobram do que fazem algo. Cadê o dinamismo? Cadê a curiosidade e petulância? Cadê as tecnologias que a gente nem duvidava se existia ou não? Cadê a magia? Hein, hein?
A verdade é que essa temporada começou bem e terminou muito mal e eu fico muito triste com isso. É uma das séries que tenho um imenso carinho, fiz amigos como ela e ter tomado um rumo que ignorou toda a história do que é Doctor Who me deixou desapontada.
Nesse episódio vemos uma relação forçada ao extremo, Ryan tem um encontro com o Pai - um pai omisso a vida inteira e mesmo assim fazem as pazes e esquece tudo o que o pai fez (ou não pois o que a série mostra é que o pai nunca participou da vida do filho e não queria contato) com ele, tipo assim, em um dia.
E que negócio é esse de Dalek de novo? Já não falaram que não ia ter n-a-d-a das outras temporadas? Eu tô possessa com essa proeza desses escritores.
Daleks, rei dos universos, exterminadores da porra toda , agora voltam como seres dormentes que queriam dominar a Terra, com habilidades jamais apontadas em 10 temporadas e facilmente mortos por um micro-ondas. Ah, me poupe né?
E depois de quase uma hora entediada assistindo minha série favorita eu venho lhes dizer, não passou de uma fanfic mal feita. Esperarei novas histórias para 2020 com 0% de ânimo.
Namastê pra você.
Assisti Doctor Who New Year's Special, e agora?
17/03/2019

Temos Spoilers, watch out.
Depois de uma temporada com altos e baixos, fiquei ansiosa pro especial de ano novo - é ano novo. Como tudo mudou nessa temporada, os episódios especiais também mudariam né?
Não achei ruim não, mas perdeu um pouco do significado do Natal para mim, todo ano ficava esperando pelo episódio de Natal.
Esse foi daqueles episódios que nem fede nem cheira, totalmente morno.A história não contribuiu, e me deu sono. Os acompanhantes mais sobram do que fazem algo. Cadê o dinamismo? Cadê a curiosidade e petulância? Cadê as tecnologias que a gente nem duvidava se existia ou não? Cadê a magia? Hein, hein?
A verdade é que essa temporada começou bem e terminou muito mal e eu fico muito triste com isso. É uma das séries que tenho um imenso carinho, fiz amigos como ela e ter tomado um rumo que ignorou toda a história do que é Doctor Who me deixou desapontada.
Nesse episódio vemos uma relação forçada ao extremo, Ryan tem um encontro com o Pai - um pai omisso a vida inteira e mesmo assim fazem as pazes e esquece tudo o que o pai fez (ou não pois o que a série mostra é que o pai nunca participou da vida do filho e não queria contato) com ele, tipo assim, em um dia.
E que negócio é esse de Dalek de novo? Já não falaram que não ia ter n-a-d-a das outras temporadas? Eu tô possessa com essa proeza desses escritores.
Daleks, rei dos universos, exterminadores da porra toda , agora voltam como seres dormentes que queriam dominar a Terra, com habilidades jamais apontadas em 10 temporadas e facilmente mortos por um micro-ondas. Ah, me poupe né?
E depois de quase uma hora entediada assistindo minha série favorita eu venho lhes dizer, não passou de uma fanfic mal feita. Esperarei novas histórias para 2020 com 0% de ânimo.
Namastê pra você.
clássicos da ficção
livros
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Título: Androids Sonham Com Ovelhas Elétricas? Editora: Aleph Ano: 1989 Páginas: 210
sinopse: Em uma terra decadente coberta por uma poeira radioativa e devastada por uma guerra atômica, Rick Deckard é um caçador de recompensas. Para melhorar seu precário padrão de vida, Deckard sonha sem substituir sua ovelha de estimação elétrica por um animal verdadeiro – um sonho de consumo que vai além de sua condição financeira.
Faz uma cota que terminei esse livro e o espírito de resenha não baixou ainda. Sabe quando o livro dá preguiça mas mesmo assim é uma leitura gostosa? Então, esse é um desses casos. Como li ele em ebook, acho que a canseira do dia a dia ajudou um pouco na demora de terminar a obra.
Em um futuro onde a Terra sofreu com alguma guerra e ficou inabitável por alta frequência de radiação, os humanos colonizaram Marte (onde o status social era mensurado por ter um animal verdadeiro, de pele e osso). A fim de terem companhia e ajuda, criaram-se androids em mera semelhança humana. Depois de um tempo, os mesmos se revoltaram e fora preciso cria-se uma nova profissão: aposentador de androids, que nada mais é que um assassino de androids.
Tive o sentimento que o autor começou a ficar com preguiça de escrever e do meio do livro as coisas ficaram corridas (vamos dizer assim). Não que atrapalhou, mas não deu aquela vida aos personagens que se julgaram tão importantes - como alguns androides que o autor descreveu que era o pior de todos mas sem um porquê, uma explicação que te fizesse achar "ok, esse cara é do mal". Ficaram muitas perguntas no ar. (talvez isso seja consequência da época em que a obra estava sendo escrita, bem no meio da segunda guerra.)
Toda a atmosfera da história é tanto quanto charmosa, mesmo que caótica. O tanto que ela tem de evoluída e tecnológica ela tem de vintage, de triste e melancólica. Principalmente a Terra - onde se passa maior parte da história- que está escondida em escombros.
O que eu amo, amo mesmo, é que na maioria da histórias de ficção científica o ser humano é sempre o mesmo. Sempre os mesmos sentimentos, as mesmas neuras, os mesmos medos, a mesma fadiga de viver. Isso chega a ser poético, sabe?
O que me ocorreu lendo o livro foi que os personagens eram personagens na vida real. E que quando estavam só, desmoronavam em sentimentos, culpas e crises existenciais.
A conclusão de vida de Deckard, o protagonista, é nada mais que a realidade.
De fato o livro foi neutro para mim. Entendo o porquê de ser um clássico, respeito seu pódio, e deve sim ser um obrigatório mesmo que a historia - para mim- deixou um pouco à desejar(o efeito de já ter visto tudo isso antes de ler de onde saiu).
Sempre vou lembrar com carinho do filme que sempre chove.
Clássicos da Ficção 4/13 | Do Androids Dream of Eletric Sheep? - Philip K. Dick
13/07/2018

sinopse: Em uma terra decadente coberta por uma poeira radioativa e devastada por uma guerra atômica, Rick Deckard é um caçador de recompensas. Para melhorar seu precário padrão de vida, Deckard sonha sem substituir sua ovelha de estimação elétrica por um animal verdadeiro – um sonho de consumo que vai além de sua condição financeira.
Faz uma cota que terminei esse livro e o espírito de resenha não baixou ainda. Sabe quando o livro dá preguiça mas mesmo assim é uma leitura gostosa? Então, esse é um desses casos. Como li ele em ebook, acho que a canseira do dia a dia ajudou um pouco na demora de terminar a obra.
Em um futuro onde a Terra sofreu com alguma guerra e ficou inabitável por alta frequência de radiação, os humanos colonizaram Marte (onde o status social era mensurado por ter um animal verdadeiro, de pele e osso). A fim de terem companhia e ajuda, criaram-se androids em mera semelhança humana. Depois de um tempo, os mesmos se revoltaram e fora preciso cria-se uma nova profissão: aposentador de androids, que nada mais é que um assassino de androids.
"o medo fazia-a parecer doente...'
Tive o sentimento que o autor começou a ficar com preguiça de escrever e do meio do livro as coisas ficaram corridas (vamos dizer assim). Não que atrapalhou, mas não deu aquela vida aos personagens que se julgaram tão importantes - como alguns androides que o autor descreveu que era o pior de todos mas sem um porquê, uma explicação que te fizesse achar "ok, esse cara é do mal". Ficaram muitas perguntas no ar. (talvez isso seja consequência da época em que a obra estava sendo escrita, bem no meio da segunda guerra.)
"não era o que ela fazia ou dizia, mas o que não fazia ou dizia."
Toda a atmosfera da história é tanto quanto charmosa, mesmo que caótica. O tanto que ela tem de evoluída e tecnológica ela tem de vintage, de triste e melancólica. Principalmente a Terra - onde se passa maior parte da história- que está escondida em escombros.
O que eu amo, amo mesmo, é que na maioria da histórias de ficção científica o ser humano é sempre o mesmo. Sempre os mesmos sentimentos, as mesmas neuras, os mesmos medos, a mesma fadiga de viver. Isso chega a ser poético, sabe?
"a despesa, o endividamento contratual, apavoram-no."
O que me ocorreu lendo o livro foi que os personagens eram personagens na vida real. E que quando estavam só, desmoronavam em sentimentos, culpas e crises existenciais.
A conclusão de vida de Deckard, o protagonista, é nada mais que a realidade.
De fato o livro foi neutro para mim. Entendo o porquê de ser um clássico, respeito seu pódio, e deve sim ser um obrigatório mesmo que a historia - para mim- deixou um pouco à desejar(o efeito de já ter visto tudo isso antes de ler de onde saiu).
Sempre vou lembrar com carinho do filme que sempre chove.
Você já leu esse livro? O que achou? Me conta!
Se você se interessou pelo livro, pode comprá-lo aqui.
Dicas para Blogs
resenha

Quando a experiência fala mais alto eu sinto a necessidade de escrever e repassar tudo o que aprendi com os meus erros e observações que venho coletando ao longo do tempo. Uma coisa que sempre me ativa o lado critico são as resenhas. Não importa do que são, se estiverem bem feitas eu tenho o maior prazer de comentar (e comprar seja lá o que for) mas se estiverem meia boca, eu fico com mil perguntas na cabeça. De fato que, a preguiça tá tomando um grande espaço na blogosfera, tem muito photobook disfarçado de resenha, onde a pessoa tem a coragem de citar a sinopse e dizer que aquilo é uma resenha. Isso não se faz, é digital junk. Quer fazer um photobook? Não tem problema, mas avisa, não põe resenha no titulo que vira clickbait.
Agora eu lhe pergunto: O que você sente mais falta em uma resenha?
Como Fazer uma Resenha Sobre Qualquer Coisa
25/06/2018

Quando a experiência fala mais alto eu sinto a necessidade de escrever e repassar tudo o que aprendi com os meus erros e observações que venho coletando ao longo do tempo. Uma coisa que sempre me ativa o lado critico são as resenhas. Não importa do que são, se estiverem bem feitas eu tenho o maior prazer de comentar (e comprar seja lá o que for) mas se estiverem meia boca, eu fico com mil perguntas na cabeça. De fato que, a preguiça tá tomando um grande espaço na blogosfera, tem muito photobook disfarçado de resenha, onde a pessoa tem a coragem de citar a sinopse e dizer que aquilo é uma resenha. Isso não se faz, é digital junk. Quer fazer um photobook? Não tem problema, mas avisa, não põe resenha no titulo que vira clickbait.
Explique sobre o que vai falar
Um ponto tão simples que todos estamos aptos à errar. Essa é uma das coisas que eu mais erro e ainda peco quando vou escrever sobre algo. Na minha cabeça o meu leitor tem repertório suficiente pra entender do que eu estou falando e, na vida real, não é assim. Pra quem ama colocar referencia, assim como eu, é um tiro no pé não começar explicando da onde veio. Pode ser com um link, pode ser uma descrição curta. Tudo isso vai ajudar e enriquecer a leitura na sua resenha.Conte sua experiência
Aqui é a hora que você deve colocar todo seu amor (ou ódio). Você tem que dar a sua opinião, afinal uma resenha nada mais é que uma critica ao trabalho de outrem. Tire sua luva de pelica e fale tudo o que sentiu, percebeu diante o produto. Toda experiência é única e mesmo que similar, sempre há uma peculiaridade que vai diferir o seu pensamento do outro. Não tenha vergonha de colocar os seus sentimentos com suas palavras aqui. Faça do seu jeito! Quer colocar em tópicos? Ótimo! Quer escrever como se fosse uma redação? Sem problema. O que importa é o conteúdo que você está colocando aqui. Tem muita resenha que eu fico com uma interrogação na cara por não saber de fato o que a pessoa achou de tal coisa e as vezes até acho que foi um robô que escreveu. Não deixem suas resenhas vagas.Se você ainda se sente perdido, pense nas perguntas que fariaIdentifique e Precifique
Pra evitar a fadiga , é sempre bom colocar de onde veio o x da questão. Produtos, lugares, lojas físicas ou virtuais - sempre vai ter alguém perguntando de onde é, quanto é e assim por diante. Um link é mais que satisfatório.Se foi um publipost, avise também. É tão bom saber que o trabalho da pessoa foi tão bom que está sendo reconhecido pelas marcas. #ajudaoblogueiro.Agora eu lhe pergunto: O que você sente mais falta em uma resenha?
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resenha

Repertório é algo que ajuda e te diferencia em mil áreas da vida. Ainda mais quando se trabalha com criação sempre tem um conceito por trás de cada peça.
Quando você começa a se aprofundar nos assuntos e entrar em campanhas (mesmo que fictícias) o entender vem à tona. Tudo tem um significado, por menor que seja ele. Acho que o primeiro impacto que temos ao ver algo é na sua cor. Por isso a importância de criar um repertório e buscar referencias no vasto significados que as cores podem ter, mudando de autor pra autor.
Digo que, A Psicodinâmica das Cores na Comunicação, é o primeiro passo para que você, como um comunicador, entenda uma parcela do que uma cor pode representar. Inserir significado a uma peça é muito mais intenso do que parece. Não sei vocês, mas eu amo aprender de onde vêm as coisas, e o que elas significam (vide o fascínio em etimologia por causa de um livro de redação publicitária).
Farina mostra neste livro, com extrema legibilidade, como as cores podem influenciar o mercado e as pessoas. O quanto você consegue chamar atenção e o que usar pra x propósito. Dá pra perceber que alguns padrões preestabelecidos há muito tempo fazem tanto sentindo quanto assimilar o vermelho do semáforo com o pare.
O titulo do livro faz jus ao conteúdo, os autores nos mostram a dinâmica de cada cor em vários espaços – comerciais ou não.
O livro é básico, um beaba mastigado de tão detalhado em suas explicações; ele te dá uma base pra começar qualquer estudo mais aprofundado. É um obrigatório, per se.
Esse é só um dos livros que estudam as cores, é um assunto interessantíssimo pra quem é da área de comunicação/arquitetura/fotografia/design (e para os curiosos também), outros famosos quanto são A Psicologia das Cores(um dos mais citados); A Psicodinâmica das Cores em Marketing (do mesmo autor); A Cor No Processo Criativo e assim vai.
Eu amei ler esta obra e recomendo muito que você, estudante ou curiosa, possa aproveitar o conhecimento que ela transmite. Acho que é um dos itens que não faltam na biblioteca da faculdade.
Um estudo de cores | A Psicodinamica das Cores em Comunicação - Modesto Farina
16/05/2018

Quando você começa a se aprofundar nos assuntos e entrar em campanhas (mesmo que fictícias) o entender vem à tona. Tudo tem um significado, por menor que seja ele. Acho que o primeiro impacto que temos ao ver algo é na sua cor. Por isso a importância de criar um repertório e buscar referencias no vasto significados que as cores podem ter, mudando de autor pra autor.
Digo que, A Psicodinâmica das Cores na Comunicação, é o primeiro passo para que você, como um comunicador, entenda uma parcela do que uma cor pode representar. Inserir significado a uma peça é muito mais intenso do que parece. Não sei vocês, mas eu amo aprender de onde vêm as coisas, e o que elas significam (vide o fascínio em etimologia por causa de um livro de redação publicitária).
Farina mostra neste livro, com extrema legibilidade, como as cores podem influenciar o mercado e as pessoas. O quanto você consegue chamar atenção e o que usar pra x propósito. Dá pra perceber que alguns padrões preestabelecidos há muito tempo fazem tanto sentindo quanto assimilar o vermelho do semáforo com o pare.
O titulo do livro faz jus ao conteúdo, os autores nos mostram a dinâmica de cada cor em vários espaços – comerciais ou não.
O livro é básico, um beaba mastigado de tão detalhado em suas explicações; ele te dá uma base pra começar qualquer estudo mais aprofundado. É um obrigatório, per se.
Esse é só um dos livros que estudam as cores, é um assunto interessantíssimo pra quem é da área de comunicação/arquitetura/fotografia/design (e para os curiosos também), outros famosos quanto são A Psicologia das Cores(um dos mais citados); A Psicodinâmica das Cores em Marketing (do mesmo autor); A Cor No Processo Criativo e assim vai.
Eu amei ler esta obra e recomendo muito que você, estudante ou curiosa, possa aproveitar o conhecimento que ela transmite. Acho que é um dos itens que não faltam na biblioteca da faculdade.
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6ª edição, 2011 – 192 páginas (compre aqui e ajude o bloguito) |
clássicos da ficção
livros
resenha
Num mundo em constante guerra, onde as classes sociais são separadas por castas, o Partido toma conta de tudo e todos. Onde ter sentimentos ou expressar uma opinião pode te levar à ser entregue pela Policia do Pensamento. Toda a desgraça tem uma pitada de sarcasmo, o que torna a história ser até engraçada em certos momentos, e quão irônico são os departamentos regentes do Partido. Tudo o que é feito é em prol ao Grande Irmão, este que deve ser respeitado e saudado.
O livro tem linguagem própria e conta com Winston como seu personagem principal. Caro Winston é um sujeito comum, vive sua vida à mercê do Grande Irmão, toma seu gin todo santo dia, sem graça alguma na vida.
Amei o ritmo de leitura (mesmo eu tendo lido em intervalos), conta com tantas palavras diferentes que fui encontrando, acho que deu uma boa engordada no meu vocabulário.
Nesse momento, eu, estou incapaz de transferir tudo o que senti com o livro. A história é tão plausível que chega estar perto da realidade que vivemos. O livro consegue ser atemporal em vários fatos e a imaginação voa por todo o enredo.
Winston tenta ser o protagonista de sua vida, assim conseguimos no colocar no lugar dele na trama e até entender seus pensamentos tristes e egoístas.
De fato que, 1984 é um complemento extraordinário de Admirável Novo Mundo e, até um pouco mais espantoso em sua utopia que parece mais mundo real. A crítica social embutida nos faz pensar que estamos vivendo 1984. O livro em si é uma crítica feroz.
E já que não tive a capacidade de manifesto sobre Admirável Muno Novo, quero que você leia a resenha da Jaque do 4sphyxi4, que conseguiu expressar tudo (e mais um pouco) do que senti lendo o livro.
Clássicos da Ficção 1/13: 1984 - George Orwell
02/03/2017
Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força.
É assim que o livro te aborda.Num mundo em constante guerra, onde as classes sociais são separadas por castas, o Partido toma conta de tudo e todos. Onde ter sentimentos ou expressar uma opinião pode te levar à ser entregue pela Policia do Pensamento. Toda a desgraça tem uma pitada de sarcasmo, o que torna a história ser até engraçada em certos momentos, e quão irônico são os departamentos regentes do Partido. Tudo o que é feito é em prol ao Grande Irmão, este que deve ser respeitado e saudado.
O livro tem linguagem própria e conta com Winston como seu personagem principal. Caro Winston é um sujeito comum, vive sua vida à mercê do Grande Irmão, toma seu gin todo santo dia, sem graça alguma na vida.
" A coisa era-lhe duplamente atraente por ser inútil. "Como em 1984, o Partido quer abolir tudo quanto é palavra que tenham sinônimos, está refazendo o dicionário com a Novolíngua, assim as pessoas não tem que pensar muito ao falar/escrever. O Partido cuida de tudo e todos.
Amei o ritmo de leitura (mesmo eu tendo lido em intervalos), conta com tantas palavras diferentes que fui encontrando, acho que deu uma boa engordada no meu vocabulário.
Nesse momento, eu, estou incapaz de transferir tudo o que senti com o livro. A história é tão plausível que chega estar perto da realidade que vivemos. O livro consegue ser atemporal em vários fatos e a imaginação voa por todo o enredo.
" Viver dia a dia, semana a semana, esticando um presento que não tinha futuro, parecia um instinto irresistível, como nossos pulmões sempre procuram inspirar, enquanto existe ar. "Não me coube vergonha em grifar imensas linhas que, de um modo bizarro, falavam de tudo o que vem acontecendo ou aconteceu e, o que todos algum dia já sentiu. 2016 foi 1984, for sure.
Winston tenta ser o protagonista de sua vida, assim conseguimos no colocar no lugar dele na trama e até entender seus pensamentos tristes e egoístas.
De fato que, 1984 é um complemento extraordinário de Admirável Novo Mundo e, até um pouco mais espantoso em sua utopia que parece mais mundo real. A crítica social embutida nos faz pensar que estamos vivendo 1984. O livro em si é uma crítica feroz.
" Não era desejável que os proles tivessem sentimento político definido."O livro prova que a vida, nesta terra, é um ciclo sem fim. A crítica à sociedade é tão intensa que chega à dar arrepios. É um livro pra vida, todo mundo tem que ler ao menos uma vez.
E já que não tive a capacidade de manifesto sobre Admirável Muno Novo, quero que você leia a resenha da Jaque do 4sphyxi4, que conseguiu expressar tudo (e mais um pouco) do que senti lendo o livro.
Blogagem Coletiva
resenha
Autor: Phillip K Dick
Título: Ubik - Onde Se Perdem as Fronteiras Entre A Vida e Morte
Páginas: 240
Ano: 2009
Gênero: Ficção Científica / Distopia
Editora: Doubleday
Sinopse: Em uma sociedade futurista, Glen Runciter é dono de uma empresa responsável por rastrear psis, indivíduos com habilidades especiais, como telepatas e precogs. Ele e seus funcionários caem na armadilha de uma empresa rival, e algo terrível desencadeia uma série de eventos. O tempo começa a retroceder e eles terão que lutar contra a degeneração física e mental. A solução pode estar no Ubik, mas conforme a trama se desenvolve, menos fica claro quem realmente precisa ser salvo.
Clube do Livro Geek | Ubik - Phillip K Dick
08/03/2016
Título: Ubik - Onde Se Perdem as Fronteiras Entre A Vida e Morte
Páginas: 240
Ano: 2009
Gênero: Ficção Científica / Distopia
Editora: Doubleday
Sinopse: Em uma sociedade futurista, Glen Runciter é dono de uma empresa responsável por rastrear psis, indivíduos com habilidades especiais, como telepatas e precogs. Ele e seus funcionários caem na armadilha de uma empresa rival, e algo terrível desencadeia uma série de eventos. O tempo começa a retroceder e eles terão que lutar contra a degeneração física e mental. A solução pode estar no Ubik, mas conforme a trama se desenvolve, menos fica claro quem realmente precisa ser salvo.
***
Primeiro quero dizer: quem vê cara não vê coração. Julguei o livro pelo nome, que erro de principiante. As primeiras linhas me faziam pensar em que chatice eu teria me metido e em como seria difícil ler algo entediante, logo abandonei o livro por uns dias.
Como é tempo de second chances, resolvi dar uma a este livro, sorteado no desafio do nosso grupo amado e hoje agradeço à Hannah por ter colocado esta opção à disposição e ao destino por tê-lo escolhido.
Devido a algumas turbulências, consegui acabar esta curta obra. Adiei o sofrimento literário o quanto pude, não queria terminá-lo de fato. A história me cativou tanto que me esqueci de como havia achado o livro sem graça.
Quero dizer o quanto me arrependo de não querer lê-lo no início. O livro é surpreendente bom, é intrigante e estimula a leitura pelas simples palavras bem colocadas. Lembrou-me bastante o Guia do Mochileiro das Galáxias por ser ficção com uma pitada de diversão (sarcástica, é claro). Reacendi a chama da leitura depois de tantas decepções literárias. A sede de ler chegou, mas meu copo anda pessimista estando meio vazio. (me indiquem livros, please)
No começo você não entende nada do que está passando, mas conforme a história vai se desenrolando você começa a ligar os pontos. Achei muito interessante começar dessa forma, intrigando o leitor a especular o resto do livro.
As artes são impecáveis, especialmente a caracterização dos personagens. Cada capítulo conta com uma imagem do que vai ser tratado naquela parte do livro. A maioria dos livros que li não eram ilustrados em canto algum, e nesse eu pude ver como o autor caracterizou seus personagens e como o mundo distópico de Ubik fora pensado.
A trama é bem desenvolvida, não deixando buracos na história, mas fazendo-o pensar o porquê de muitas coisas. Não espere algo previsível desse livro. Você deve estar pensando "Wow, este livro deve ser perfeito"; meu caro não se engane. Uma obra boa em que vale a leitura não se devem medir palavras.
Pra quem adora uma distopia, esse é um prato cheio com gostinho de quero mais (porém, repeti-lo não será possível)! Pena ter tão poucas páginas e não haver uma continuação. Mas, me envolvi com o jeito do autor escrever e espero ler mais obras do mesmo.
Logo falarei de Admirável Mundo Novo, que entrou na minha lista de recomendações, uma distopia de 1932 em que seus relatos parecem serem escritos nos tempos modernos.
E aí, animou para ler Ubik? Já leu? OU tem um livro pra me indicar?
Fique a vontade, be my guest!
beauté
resenha
Beauté: O Arrependimento
10/01/2016
Me lembrei o motivo de recorrer sempre à resenhas antes de comprar algo: o arrependimento e o choro pelo dinheiro jogado fora.
Essa semana passei em duas farmácias em busca de alguns produtinhos de beleza e acabei levando algumas coisas meio que no impulso. Estava precisando renovar/estocar algumas coisas e como estava com tempo logo fui dar aquela olhadinha. O que eu precisava: Delineador, rímel, batom e demaquilante. Acabou que o rímel deixei pra outro dia.
Compras feitas e logo no dia seguinte a decepção. Agora venho lhes falar de alguns produtos que não me valeram nada à pena.

Os preços estão aproximados com o que eu paguei e na internet o valor tende a sem um pouco maior.
O demaquilante foi um erro trágico, pois existe a versão bifásica que é exatamente para remoção de maquiagem à prova d'gua (o que preciso). Agora me digam, vocês conheciam esses produtos? Ou, tem algum produtinho que vocês compraram que deu ruim?
Vamos papear!
filme
resenha
review
tv&cinema
Review de Filme: Inside Out
26/12/2015
Tradução: Divertida Mente
Duração: 94 min
Idioma: Inglês
Gênero: Animação
Ano Lançamento: 2015
Resumindo a sinopse
Duração: 94 min
Idioma: Inglês
Gênero: Animação
Ano Lançamento: 2015
Resumindo a sinopse
O filme é definido na cabeça de uma jovem garota, Riley, onde cinco emoções - Medo, Tristeza, Alegria, Nojinho, Raiva-. tentam levar a menina através de sua vida.(via Wiki)
Primeira dica valiosa para os manteigas derretidas de plantão: quando for ver esse filme, leve uma caixa de lenços. Depois de ver Frozen, Inside Out despedaçou meu ser interno. Até solucei porque não consegui ficar segurando choro por muito tempo em uma cena muito particular do filme.
Logo que começou o filme eu já sabia quem era a Joy, a minha amada Amy Poehler contracenando com Phillis Smith (aka Phillis do The Office) sendo a Tristeza e Mindy Kaling (também do The Office) como Nojinho. A Amy nasceu pra ser a Joy, quem assistiu Parks & Rec vai concordar comigo e tanto a Phillis para o papel de Sadness.
Mesmo sendo animação para crianças a trama envolve como todo ser humano é, afinal quem não tem sentimentos? A gente para de se sentir sozinho no mundo vendo esse filme de tão real que ele é! Sério! Quem nunca surtou por qualquer coisa?
O filme se passa na vida de Riley, uma garota que mudou recentemente de sua pacata cidade para San Francisco, mostrando como seus sentimentos se comportam diante os acontecimentos da vida dela. Os sentimentos sempre tentando lidar com as situações da melhor forma com aquela pitada de humor. A percepção de que crescemos e o modo que pensamos muda de acordo como que aconteceu na nossa vida é muito claro no filme. O humor é essencial. Teve horas em que o filme foi muito educativo para mim, mostrando como uma pessoa depressiva/ estressada se sente e o que se passa na cabeça dela.
Assistam e tirem suas conclusões, cada um tem um modo de ver. E aos chorões levem muito lenços, ok?
Anyway, me identifiquei muito com o filme e espero que você que ainda não viu o veja!
Sorry pelo review esdrúxulo, ainda estou pegando o jeito!
O filme se passa na vida de Riley, uma garota que mudou recentemente de sua pacata cidade para San Francisco, mostrando como seus sentimentos se comportam diante os acontecimentos da vida dela. Os sentimentos sempre tentando lidar com as situações da melhor forma com aquela pitada de humor. A percepção de que crescemos e o modo que pensamos muda de acordo como que aconteceu na nossa vida é muito claro no filme. O humor é essencial. Teve horas em que o filme foi muito educativo para mim, mostrando como uma pessoa depressiva/ estressada se sente e o que se passa na cabeça dela.
Assistam e tirem suas conclusões, cada um tem um modo de ver. E aos chorões levem muito lenços, ok?
Anyway, me identifiquei muito com o filme e espero que você que ainda não viu o veja!
Sorry pelo review esdrúxulo, ainda estou pegando o jeito!
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