clássicos da ficção
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resenha
Título: Androids Sonham Com Ovelhas Elétricas? Editora: Aleph Ano: 1989 Páginas: 210
sinopse: Em uma terra decadente coberta por uma poeira radioativa e devastada por uma guerra atômica, Rick Deckard é um caçador de recompensas. Para melhorar seu precário padrão de vida, Deckard sonha sem substituir sua ovelha de estimação elétrica por um animal verdadeiro – um sonho de consumo que vai além de sua condição financeira.
Faz uma cota que terminei esse livro e o espírito de resenha não baixou ainda. Sabe quando o livro dá preguiça mas mesmo assim é uma leitura gostosa? Então, esse é um desses casos. Como li ele em ebook, acho que a canseira do dia a dia ajudou um pouco na demora de terminar a obra.
Em um futuro onde a Terra sofreu com alguma guerra e ficou inabitável por alta frequência de radiação, os humanos colonizaram Marte (onde o status social era mensurado por ter um animal verdadeiro, de pele e osso). A fim de terem companhia e ajuda, criaram-se androids em mera semelhança humana. Depois de um tempo, os mesmos se revoltaram e fora preciso cria-se uma nova profissão: aposentador de androids, que nada mais é que um assassino de androids.
Tive o sentimento que o autor começou a ficar com preguiça de escrever e do meio do livro as coisas ficaram corridas (vamos dizer assim). Não que atrapalhou, mas não deu aquela vida aos personagens que se julgaram tão importantes - como alguns androides que o autor descreveu que era o pior de todos mas sem um porquê, uma explicação que te fizesse achar "ok, esse cara é do mal". Ficaram muitas perguntas no ar. (talvez isso seja consequência da época em que a obra estava sendo escrita, bem no meio da segunda guerra.)
Toda a atmosfera da história é tanto quanto charmosa, mesmo que caótica. O tanto que ela tem de evoluída e tecnológica ela tem de vintage, de triste e melancólica. Principalmente a Terra - onde se passa maior parte da história- que está escondida em escombros.
O que eu amo, amo mesmo, é que na maioria da histórias de ficção científica o ser humano é sempre o mesmo. Sempre os mesmos sentimentos, as mesmas neuras, os mesmos medos, a mesma fadiga de viver. Isso chega a ser poético, sabe?
O que me ocorreu lendo o livro foi que os personagens eram personagens na vida real. E que quando estavam só, desmoronavam em sentimentos, culpas e crises existenciais.
A conclusão de vida de Deckard, o protagonista, é nada mais que a realidade.
De fato o livro foi neutro para mim. Entendo o porquê de ser um clássico, respeito seu pódio, e deve sim ser um obrigatório mesmo que a historia - para mim- deixou um pouco à desejar(o efeito de já ter visto tudo isso antes de ler de onde saiu).
Sempre vou lembrar com carinho do filme que sempre chove.
Clássicos da Ficção 4/13 | Do Androids Dream of Eletric Sheep? - Philip K. Dick
13/07/2018

sinopse: Em uma terra decadente coberta por uma poeira radioativa e devastada por uma guerra atômica, Rick Deckard é um caçador de recompensas. Para melhorar seu precário padrão de vida, Deckard sonha sem substituir sua ovelha de estimação elétrica por um animal verdadeiro – um sonho de consumo que vai além de sua condição financeira.
Faz uma cota que terminei esse livro e o espírito de resenha não baixou ainda. Sabe quando o livro dá preguiça mas mesmo assim é uma leitura gostosa? Então, esse é um desses casos. Como li ele em ebook, acho que a canseira do dia a dia ajudou um pouco na demora de terminar a obra.
Em um futuro onde a Terra sofreu com alguma guerra e ficou inabitável por alta frequência de radiação, os humanos colonizaram Marte (onde o status social era mensurado por ter um animal verdadeiro, de pele e osso). A fim de terem companhia e ajuda, criaram-se androids em mera semelhança humana. Depois de um tempo, os mesmos se revoltaram e fora preciso cria-se uma nova profissão: aposentador de androids, que nada mais é que um assassino de androids.
"o medo fazia-a parecer doente...'
Tive o sentimento que o autor começou a ficar com preguiça de escrever e do meio do livro as coisas ficaram corridas (vamos dizer assim). Não que atrapalhou, mas não deu aquela vida aos personagens que se julgaram tão importantes - como alguns androides que o autor descreveu que era o pior de todos mas sem um porquê, uma explicação que te fizesse achar "ok, esse cara é do mal". Ficaram muitas perguntas no ar. (talvez isso seja consequência da época em que a obra estava sendo escrita, bem no meio da segunda guerra.)
"não era o que ela fazia ou dizia, mas o que não fazia ou dizia."
Toda a atmosfera da história é tanto quanto charmosa, mesmo que caótica. O tanto que ela tem de evoluída e tecnológica ela tem de vintage, de triste e melancólica. Principalmente a Terra - onde se passa maior parte da história- que está escondida em escombros.
O que eu amo, amo mesmo, é que na maioria da histórias de ficção científica o ser humano é sempre o mesmo. Sempre os mesmos sentimentos, as mesmas neuras, os mesmos medos, a mesma fadiga de viver. Isso chega a ser poético, sabe?
"a despesa, o endividamento contratual, apavoram-no."
O que me ocorreu lendo o livro foi que os personagens eram personagens na vida real. E que quando estavam só, desmoronavam em sentimentos, culpas e crises existenciais.
A conclusão de vida de Deckard, o protagonista, é nada mais que a realidade.
De fato o livro foi neutro para mim. Entendo o porquê de ser um clássico, respeito seu pódio, e deve sim ser um obrigatório mesmo que a historia - para mim- deixou um pouco à desejar(o efeito de já ter visto tudo isso antes de ler de onde saiu).
Sempre vou lembrar com carinho do filme que sempre chove.
Você já leu esse livro? O que achou? Me conta!
Se você se interessou pelo livro, pode comprá-lo aqui.
beauté
Unhas fracas e quebradiças? Linha de Tratamento Impala resolve!
09/07/2018
Unha é uma coisa delicada. No final do ano eu fiz a presepada de colocar unha postiça (e cometi esse erro duas vezes), só que minha unha não aceitou muito bem e consegui fragilizar ela ao máximo. Fiquei uma semana com a unha postiça normal (a que usa cola) e uma semana com aquelas que já vem com fita adesiva. Resultado: dinheiro mal gasto e o belo de um estrago.
Eu que estava pensando em colocar unha em gel por sempre ficar tirando o esmalte e sempre uma unha quebrar desisti da ideia depois de usar a unha postiça. Quando fui retirar, a unha natural saiu junto e o restante que ficou estava extremamente mole e não cresceu por um bom tempo depois dessa tragédia.
Faz um quase um mês que estou passando óleo de cravo nas unhas e utilizando essas bases de tratamento da impala. Afinal, o custo-benefício da marca é maravilhoso.
//base recuperadora
de todas, essa é a que melhor espalha pela unha e seca rápido também. Tem um tom verdinho e serve para unhas que estão fracas. Ela ajudou muito no crescimento saudável da minha unha que estava beeeem calejada.
//base para unhas fracas
essa base rosada é ótima pra quem tem aquelas imperfeições na unha. Vira e mexe minha unha fica com ondas e passar esmalte em cima disso é uó. Quando eu não quero usar a lixa polidora, eu uso essa base que consegue preencher os espaços das ondas deixando a unha lisinha.
//base vitaminada
mesmo com a cor amarelada/laranjada, a unha não fica nesse tom não. Ao contrário, se você só quer usar ela pode passar sem medo: a unha fica com um brilho incrível. Achei que ela não ajudou tanto no crescimento e na recuperação da unha quanto a base recuperadora.
//base seda
essa base também é sensacional, tem o mesmo efeito da base para unhas fracas e deixa um efeito bem suave na unha - sabe quando não é matte mas é matte?. Como ela é apenas uma base simples eu adicionei cravo e alho - receitinha caseira pra deixar a unha forte; e olha o efeito foi como se eu tivesse usado casco de cavalo.
Depois de duas semanas tratando com esses esmaltes antes de passar a cor, minhas unhas ficaram mais saudáveis e com um mês já notei um crescimento extremamente forte. Eu sempre tive um crescimento ótimo nas unhas, mas sempre uma ia lascando por usar as garrinhas que nem canivete suíço e, por fim acabavam quebrando. Agora minhas unhas estão muito fortes, tô até orgulhosa do cuidado que estou tendo.
Eu que estava pensando em colocar unha em gel por sempre ficar tirando o esmalte e sempre uma unha quebrar desisti da ideia depois de usar a unha postiça. Quando fui retirar, a unha natural saiu junto e o restante que ficou estava extremamente mole e não cresceu por um bom tempo depois dessa tragédia.
Faz um quase um mês que estou passando óleo de cravo nas unhas e utilizando essas bases de tratamento da impala. Afinal, o custo-benefício da marca é maravilhoso.

//base recuperadora
de todas, essa é a que melhor espalha pela unha e seca rápido também. Tem um tom verdinho e serve para unhas que estão fracas. Ela ajudou muito no crescimento saudável da minha unha que estava beeeem calejada.
//base para unhas fracas
essa base rosada é ótima pra quem tem aquelas imperfeições na unha. Vira e mexe minha unha fica com ondas e passar esmalte em cima disso é uó. Quando eu não quero usar a lixa polidora, eu uso essa base que consegue preencher os espaços das ondas deixando a unha lisinha.
//base vitaminada
mesmo com a cor amarelada/laranjada, a unha não fica nesse tom não. Ao contrário, se você só quer usar ela pode passar sem medo: a unha fica com um brilho incrível. Achei que ela não ajudou tanto no crescimento e na recuperação da unha quanto a base recuperadora.
//base seda
essa base também é sensacional, tem o mesmo efeito da base para unhas fracas e deixa um efeito bem suave na unha - sabe quando não é matte mas é matte?. Como ela é apenas uma base simples eu adicionei cravo e alho - receitinha caseira pra deixar a unha forte; e olha o efeito foi como se eu tivesse usado casco de cavalo.
Depois de duas semanas tratando com esses esmaltes antes de passar a cor, minhas unhas ficaram mais saudáveis e com um mês já notei um crescimento extremamente forte. Eu sempre tive um crescimento ótimo nas unhas, mas sempre uma ia lascando por usar as garrinhas que nem canivete suíço e, por fim acabavam quebrando. Agora minhas unhas estão muito fortes, tô até orgulhosa do cuidado que estou tendo.
Você tem alguma dica pra fazer a unha crescer mais rápido? Conta pra mim!
tv&cinema
Eu tenho uma grande curiosidade e carinho pela confeitaria. Muito mais do
que da cozinha tradicional salgada. Além disso, reality show é uma das coisas que eu
mais gosto de assistir e quando esses dois mundos se unem a minha cadeira fica
marcada.
Zumbo é um confeiteiro australiano de renomado , conhecido como o mestre dos macarrons(aquele biscoitinho de suspiro chique).
Uma coisa muito bacana do show foi saber que a assistente de zumbo é brasileira, a Gigi, ela é seu braço direito no programa e na vida real e isso deu um quentinho no coração muito grande.
Zumbo's Just Desserts - A Confeitaria a lá Willy Wonka
06/07/2018
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Venho acompanhando todos os Bake Off Brasil e Masterchefs da vida e confesso
que gostaria muito de tentar a seleção. Desse lado da tela a gente consegue ver
muito os erros e consegue pensar no que faria no lugar dos participantes, mas
será que a pressão toda lá não iria atrapalha? Eu penso que não, mas só tentando
pra saber.

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| Olha essas estações! Seria um sonho? |
No hiato de Bake Off e Masterchef eu fiquei procurando alguns reality sobre
comida para assistir, zapeei pela Netflix e me interessei pelo Zumbo's Just
Desserts e comecei a assistir assim, sem compromisso, sabe? A cada
episódio eu ficava mais maravilhada com o que dá pra criar com a confeitaria. Eu
sou uma pessoa muito das artes manuais, acho prazeroso, é algo que me faz sentir
viva e, como aspirante de confeiteira conhecer os processos e combinações é
gratificante. Sem contar que essa decoração encanta qualquer um.
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| A porta dos eliminados. |
Zumbo é um confeiteiro australiano de renomado , conhecido como o mestre dos macarrons(aquele biscoitinho de suspiro chique).
Uma coisa muito bacana do show foi saber que a assistente de zumbo é brasileira, a Gigi, ela é seu braço direito no programa e na vida real e isso deu um quentinho no coração muito grande.
Eu tô apaixonada pelo programa, é divertido, é colorido, tem aquela pegada
de fantástica fabrica de chocolate. As estações de trabalho são estonteantes e
cada participante adiciona muito ao show. Cada um tem uma historia de vida
muito diferente, uma profissão diferente e idade bem destoante, mas a paixão
pela confeitaria é visível em cada um. Mesmo que Zumbo's Just Desserts tenha
uma proposta um tanto diferente de BakeOff, o show conseguiu deixar o BakeOff
no chinelo! As provas do Zumbo são extremamente avançadas para um confeiteiro
de fim de semana. Todos os participantes têm um nível muito alto de
conhecimento em confeitaria e uma criatividade exorbitante. Os jurados são bem
diretos e sérios, não como no Brasil que parece haver um favoritismo entre os
participantes. O que nos leva a não ter um escolhido, pois eles são tão sérios que não tem aquelas picuinha de reality ( que cá entre nós: eu assisto pelos barracos).
O show já está formando a sua segunda temporada, então só a primeira está disponível no Netflix. Os episódios são de 45~50min e são bem cansativos de se ver quando você não tá no pique, porque é um show muito sério e a nuvem de competitividade é nítida! Não se engane com a carinha fofa dos jurados pois eles pegam bem pesado.
No mais, é um reality pra quem realmente ama esse mundo doce!
Agora eu pergunto: Qual o seu reality preferido?
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| Olha o nível das provas! |
No mais, é um reality pra quem realmente ama esse mundo doce!
Agora eu pergunto: Qual o seu reality preferido?
Dicas para Blogs
resenha

Quando a experiência fala mais alto eu sinto a necessidade de escrever e repassar tudo o que aprendi com os meus erros e observações que venho coletando ao longo do tempo. Uma coisa que sempre me ativa o lado critico são as resenhas. Não importa do que são, se estiverem bem feitas eu tenho o maior prazer de comentar (e comprar seja lá o que for) mas se estiverem meia boca, eu fico com mil perguntas na cabeça. De fato que, a preguiça tá tomando um grande espaço na blogosfera, tem muito photobook disfarçado de resenha, onde a pessoa tem a coragem de citar a sinopse e dizer que aquilo é uma resenha. Isso não se faz, é digital junk. Quer fazer um photobook? Não tem problema, mas avisa, não põe resenha no titulo que vira clickbait.
Agora eu lhe pergunto: O que você sente mais falta em uma resenha?
Como Fazer uma Resenha Sobre Qualquer Coisa
25/06/2018

Quando a experiência fala mais alto eu sinto a necessidade de escrever e repassar tudo o que aprendi com os meus erros e observações que venho coletando ao longo do tempo. Uma coisa que sempre me ativa o lado critico são as resenhas. Não importa do que são, se estiverem bem feitas eu tenho o maior prazer de comentar (e comprar seja lá o que for) mas se estiverem meia boca, eu fico com mil perguntas na cabeça. De fato que, a preguiça tá tomando um grande espaço na blogosfera, tem muito photobook disfarçado de resenha, onde a pessoa tem a coragem de citar a sinopse e dizer que aquilo é uma resenha. Isso não se faz, é digital junk. Quer fazer um photobook? Não tem problema, mas avisa, não põe resenha no titulo que vira clickbait.
Explique sobre o que vai falar
Um ponto tão simples que todos estamos aptos à errar. Essa é uma das coisas que eu mais erro e ainda peco quando vou escrever sobre algo. Na minha cabeça o meu leitor tem repertório suficiente pra entender do que eu estou falando e, na vida real, não é assim. Pra quem ama colocar referencia, assim como eu, é um tiro no pé não começar explicando da onde veio. Pode ser com um link, pode ser uma descrição curta. Tudo isso vai ajudar e enriquecer a leitura na sua resenha.Conte sua experiência
Aqui é a hora que você deve colocar todo seu amor (ou ódio). Você tem que dar a sua opinião, afinal uma resenha nada mais é que uma critica ao trabalho de outrem. Tire sua luva de pelica e fale tudo o que sentiu, percebeu diante o produto. Toda experiência é única e mesmo que similar, sempre há uma peculiaridade que vai diferir o seu pensamento do outro. Não tenha vergonha de colocar os seus sentimentos com suas palavras aqui. Faça do seu jeito! Quer colocar em tópicos? Ótimo! Quer escrever como se fosse uma redação? Sem problema. O que importa é o conteúdo que você está colocando aqui. Tem muita resenha que eu fico com uma interrogação na cara por não saber de fato o que a pessoa achou de tal coisa e as vezes até acho que foi um robô que escreveu. Não deixem suas resenhas vagas.Se você ainda se sente perdido, pense nas perguntas que fariaIdentifique e Precifique
Pra evitar a fadiga , é sempre bom colocar de onde veio o x da questão. Produtos, lugares, lojas físicas ou virtuais - sempre vai ter alguém perguntando de onde é, quanto é e assim por diante. Um link é mais que satisfatório.Se foi um publipost, avise também. É tão bom saber que o trabalho da pessoa foi tão bom que está sendo reconhecido pelas marcas. #ajudaoblogueiro.Agora eu lhe pergunto: O que você sente mais falta em uma resenha?
brechó
lifestyle
moda
Sou adepta à moda consciente desde quando não era um hit. Posso falar que era até vergonhoso você garimpar uma peça, sempre era visto como “coisa de gente morta” e "coisa de gente velha" e daí a gente tinha que ir escondido nos brechós da vida (que não eram muitos). O mundo mudou e hoje, com todo poder de comunicação e influencia que existe, a moda sustentável está em alta e só dou graças para que mais trift shops abram e façam minha felicidade em achar aquela peça ultra vintage por menos de 10$.
Como no meu longo histórico de idas e vindas de brechós, preciso passar pra você, querido aspirante à moda sustentável, algumas dicas que fazem toda a diferença na hora de comprar uma peça. Se eu tivesse essas dicas em mente, não cometeria tantos erros.
Tem também aquela peça que tá super baratinha e que só o que te interessa mesmo é o preço(sabe aqueles brechós de 1$, tem hora que dá vontade de levar tudo). Pra ser um acumulador é um começo, cuidado.
A vida é um ciclo e a moda pode ser também.
Se você tem uma dica pra me dar, fique a vontade. E se eu te ajudei, me conta tá?!
5 dicas para quem vai comprar em brechó
19/05/2018

Como no meu longo histórico de idas e vindas de brechós, preciso passar pra você, querido aspirante à moda sustentável, algumas dicas que fazem toda a diferença na hora de comprar uma peça. Se eu tivesse essas dicas em mente, não cometeria tantos erros.
1. Compre do seu tamanho (ou um pouco maior)
O meu problema sempre foi comprar uma peça que “talvez” caiba em mim. E assim eu comprei muitas peças que não entravam nem na perna (ou na cabeça) e muitas que jurava serem muito grandes acabaram servindo perfeitamente. Nem sempre o que tá na etiqueta é lei, tem muito 38 disfarçado de 42.2. Prove!
Claro que essa é uma exceção mas, mesmo se não conseguir provar a peça, coloque por cima do corpo e se veja em qualquer espelho que achar. A dica da calça funciona também, aquela de colocar o cós no pescoço e ver se sobra ou falta (sobrando a peça serve e faltando não é o seu número for sure). Uma peça grande você consegue apertar, diminuir o comprimento e não perde, já a pequena a gente faz o que? Manda pro saco de doação ou tenta trocar com alguém (já que os brechós não aceitam troca de peças).3. É seu estilo? Então invista!
Não adianta achar aquela peça maravilhosa que é tendência, mas não se ver usando. Se você tem um estilo minimalista não adianta comprar peças cheias de detalhes, sobreposições e estampas. Vai por mim, você não vai usar. Eu comprei algumas peças de tricô que achei maravilhosas, só que é colocar no corpo e tirar. porquê não combina com nada das outras peças que tenho e com o estilo básico que sigo. O negócio é se sentir bem com a roupa que estiver vestindo.4. Não fique com dúvidas
Pela menor dúvida que tenha não leve. Eu já fiquei com peças que me imaginei customizando-as, fazendo uma nova peça, só por causa do tecido e no final elas acabaram indo pro saco de doação ou senão as coitadas ficaram totalmente retalhadas. Desperdício né?Tem também aquela peça que tá super baratinha e que só o que te interessa mesmo é o preço(sabe aqueles brechós de 1$, tem hora que dá vontade de levar tudo). Pra ser um acumulador é um começo, cuidado.
5. Olhe toda a peça
Na minha cidade tem um numero razoável de brechós, desde beneficentes até lojas só pra isso, daí é separar um tempo pra poder olha direitinho a peça, ver se não tem mancha que não dá pra resolver com uma lavada, ou rasgos e furinhos que acabam com a peça. Mesmo que a peça for maravilhosa e estiver com um puta rasgo você tem que aceitar que não dá pra salvar.
***
Se você tem uma dica pra me dar, fique a vontade. E se eu te ajudei, me conta tá?!
livros
publicidade & propaganda
resenha

Repertório é algo que ajuda e te diferencia em mil áreas da vida. Ainda mais quando se trabalha com criação sempre tem um conceito por trás de cada peça.
Quando você começa a se aprofundar nos assuntos e entrar em campanhas (mesmo que fictícias) o entender vem à tona. Tudo tem um significado, por menor que seja ele. Acho que o primeiro impacto que temos ao ver algo é na sua cor. Por isso a importância de criar um repertório e buscar referencias no vasto significados que as cores podem ter, mudando de autor pra autor.
Digo que, A Psicodinâmica das Cores na Comunicação, é o primeiro passo para que você, como um comunicador, entenda uma parcela do que uma cor pode representar. Inserir significado a uma peça é muito mais intenso do que parece. Não sei vocês, mas eu amo aprender de onde vêm as coisas, e o que elas significam (vide o fascínio em etimologia por causa de um livro de redação publicitária).
Farina mostra neste livro, com extrema legibilidade, como as cores podem influenciar o mercado e as pessoas. O quanto você consegue chamar atenção e o que usar pra x propósito. Dá pra perceber que alguns padrões preestabelecidos há muito tempo fazem tanto sentindo quanto assimilar o vermelho do semáforo com o pare.
O titulo do livro faz jus ao conteúdo, os autores nos mostram a dinâmica de cada cor em vários espaços – comerciais ou não.
O livro é básico, um beaba mastigado de tão detalhado em suas explicações; ele te dá uma base pra começar qualquer estudo mais aprofundado. É um obrigatório, per se.
Esse é só um dos livros que estudam as cores, é um assunto interessantíssimo pra quem é da área de comunicação/arquitetura/fotografia/design (e para os curiosos também), outros famosos quanto são A Psicologia das Cores(um dos mais citados); A Psicodinâmica das Cores em Marketing (do mesmo autor); A Cor No Processo Criativo e assim vai.
Eu amei ler esta obra e recomendo muito que você, estudante ou curiosa, possa aproveitar o conhecimento que ela transmite. Acho que é um dos itens que não faltam na biblioteca da faculdade.
Um estudo de cores | A Psicodinamica das Cores em Comunicação - Modesto Farina
16/05/2018

Quando você começa a se aprofundar nos assuntos e entrar em campanhas (mesmo que fictícias) o entender vem à tona. Tudo tem um significado, por menor que seja ele. Acho que o primeiro impacto que temos ao ver algo é na sua cor. Por isso a importância de criar um repertório e buscar referencias no vasto significados que as cores podem ter, mudando de autor pra autor.
Digo que, A Psicodinâmica das Cores na Comunicação, é o primeiro passo para que você, como um comunicador, entenda uma parcela do que uma cor pode representar. Inserir significado a uma peça é muito mais intenso do que parece. Não sei vocês, mas eu amo aprender de onde vêm as coisas, e o que elas significam (vide o fascínio em etimologia por causa de um livro de redação publicitária).
Farina mostra neste livro, com extrema legibilidade, como as cores podem influenciar o mercado e as pessoas. O quanto você consegue chamar atenção e o que usar pra x propósito. Dá pra perceber que alguns padrões preestabelecidos há muito tempo fazem tanto sentindo quanto assimilar o vermelho do semáforo com o pare.
O titulo do livro faz jus ao conteúdo, os autores nos mostram a dinâmica de cada cor em vários espaços – comerciais ou não.
O livro é básico, um beaba mastigado de tão detalhado em suas explicações; ele te dá uma base pra começar qualquer estudo mais aprofundado. É um obrigatório, per se.
Esse é só um dos livros que estudam as cores, é um assunto interessantíssimo pra quem é da área de comunicação/arquitetura/fotografia/design (e para os curiosos também), outros famosos quanto são A Psicologia das Cores(um dos mais citados); A Psicodinâmica das Cores em Marketing (do mesmo autor); A Cor No Processo Criativo e assim vai.
Eu amei ler esta obra e recomendo muito que você, estudante ou curiosa, possa aproveitar o conhecimento que ela transmite. Acho que é um dos itens que não faltam na biblioteca da faculdade.
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6ª edição, 2011 – 192 páginas (compre aqui e ajude o bloguito) |
audi comunicação
tv fronteira
Oi, Prudente! - TV Fronteira & Audi Comunicação
09/05/2018
Pra você que não sabe, eu curso Publicidade e Propaganda e acho que me encontrei nesse meio (academicamente falando). Ano passado, fizemos uma viagem para participar do Altas Horas e demos um pulo na DPZT também. Obviamente que o ano mal começou e a minha sala já encheu o saco dos professores pra fazermos mais visitas. So here we gone:
Cada região tem seu telejornal e o daqui é o TV Fronteira - afiliada à Rede Globo- com sede em Presidente Prudente cobrindo o oeste da Alta Paulista. Mesmo uma visita desta sendo perfeita para quem é estudante de Jornalismo, a Publicidade te abre uma cartela imensa de oportunidades e deu pra ter uma noção do que um aluno de Publicidade se encaixaria numa emissora.
Cada região tem seu telejornal e o daqui é o TV Fronteira - afiliada à Rede Globo- com sede em Presidente Prudente cobrindo o oeste da Alta Paulista. Mesmo uma visita desta sendo perfeita para quem é estudante de Jornalismo, a Publicidade te abre uma cartela imensa de oportunidades e deu pra ter uma noção do que um aluno de Publicidade se encaixaria numa emissora.
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| Cíntia Aquino, um ícone do telejornal do interior. (Me as Chandler Bing) |
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| Bom Dia Brasil, Boa Tarde Itália. |
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| o famoso teleprompter. (você acha que lê rápido é porquê não leu nada nesse treco aí!) |
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| um pedacinho da sala de videografia. |
Antes de irmos pra TV Fronteira, passamos na Audi Comunicação - agência nomeada em ser a segunda melhor para se trabalhar no Brasil (segura essa responsa) - e tivemos um pouquinho do gostinho de um ambiente criativo. O pessoal da agência foram bem receptivos e a nossa guia estava super empolgada.
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| ser positivo às vezes muda tudo, right right? |
***
No meio da correria diária essa foi a minha pausa. Não sei vocês, mas eu amo visita técnica, ainda mais aqui no interior que é como se fosse algo palpável pra nós da roça city, dá esperança sabe? Até!
fotos por @vitormiguel
clássicos da ficção
livros
tv&cinema
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Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley e alguns filmes
09/04/2018

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Título: Brave New World by Aldous Huxley Ano Publicação: 1932 Páginas: 314
Sinopse: um romance distópico que narra um hipotético futuro onde as pessoas são pré-condicionadas biologicamente e condicionadas psicologicamente a viverem em harmonia com as leis e regras sociais, dentro de uma sociedade organizada por castas. (compre-me)
(tais em algum mês de 2016 quando acabou de ler o livro)
Que livro amigos, que livro.
Sabe a ovelha negra da família que pensa em padrões diferentes e não se deixa alienar pelo poder das mídias, que não dá a mínima para o que os ignorantes lhe dizem à respeito da obrigação de caminhar junto com a massa? Que não é satisfeito com o que é dado e sempre procura coisas diferentes? Esse livro tá aí pra esfregar na cara da sociedade que nem todo mundo é igual. (me empolguei demais)
Como o autor aborda a separação de castas e de que os sentimentos são inúteis para a evolução é tão instigante que parar de ler não é uma opção. A ideia dele de futuro é tão, mas tão conveniente que dá pra sentir na pele, que dá aquele medinho de estar chegando nisso.
Uma obra que inspirou filmes não pode deixar de ser lida.
(tais em 2018)
Vamos fazer uma pausa pois eu li ele logo depois de 1984 e agora não confio na minha memória para juntar os fatos interessantes do livro, os dois são bem similares - o que é bastante interessante já que tem um espaço de 17 anos entre os dois - Brave New World veio primeiro. Na minha opinião, 1984 foi bem mais impactante pelo fato de que não havia uma tecnologia tão avançada para a época, a única coisa a temer era o Grande Irmão, que te vigiava dia e noite. A rebelião em 1984 era algo interno, algo intenso e poético.
Essa ideia é tão cativante que explora-la foi o que mais fizeram nos anos que vieram.
Muitos filmes e livros com a mesma temática não pararam de surgir. Bom pra nós, amantes de distopia. Dá até pra fazer uma ligação com Black Mirror, já que é uma distopia de um futuro que pensamos ser próximo, mostrando o que pode dar de tão errado.

O primeiro filme - Brave New World de 1980, foi um fiasco. Com duração de 3 horas ele tenta contar a história dos protagonistas desde o começo, assim ele inverte a ordem do livro. Confesso que assisti até a metade do filme porquê não dava mais pra aguentar a robotização dos personagens.
Brave New World 1998 é o filme que está mais fiel ao livro, ao pé da letra extremo. Teve uma parte especifica do filme que me lembrou muito as últimas temporadas de Lost. Será Dharma Iniciative uma versão melhorada da ideia de Aldous?
Me incomodou um pouco no filme foi que à todo momento fica uma música tocando de fundo tipo aquelas de boate. No filme é bem nítido que o assunto maior é a promiscuidade - algo bastante abordado no livro também, então chega uma hora que fica meio bléh todas as cenas de boate e a música de fundo brega. Mas olha aí, temos Leonard Nimoy no elenco, confesso que foi atípico vê-lo no filme. Veria de novo? Talvez, achei bem feito, bem fiel ao livro.

Equals de 2015 foi uma esperança que no fim virou uma piada. Não gostei do filme mas, a ideia de Aldous estava presente lá, do jeito que foi pensada com separação de funções, com tratamento pra'queles que começassem a sentir algo. Pra não desmerecer tanto o filme assim, eu tenho que dizer que amei a profissão dos protagonistas: ilustrador de galáxias e planetas à partir de estudos científicos. Aqui eles focam mais na parte sentimental proibida, enquanto os outros filmes levam muito em consideração as castas.

Equilibrium de 2003 também segue a linha de Aldous, porém achei um filme um tanto mais leve quanto aos outros em questão toda aquela separação de castas/funções - que relativamente não foi exposta, a única proibição é ter sentimentos - por isso a soma (termo de Aldous para se referir aos inibidores de sentimentos) é entregada semanalmente. Contradizendo o sentido de leve, vem a parte pesada onde há os Sacerdotes que caçam aqueles que começam a ter apreciação pela vida, tem sentimentos e se relacionam as escuras. A lavagem cerebral é tão grande que é dito aos Sacerdotes que as pessoas que estão indo contra o sistema vão para um lugar onde serão tratadas. Quanta mentira! E é com isso, que o filme vai se desenvolvendo. Não vou contar mais, se você não assistiu tá na hora.
Mas e aí, o que você acha de tudo isso?
(tais em algum mês de 2016 quando acabou de ler o livro)
Que livro amigos, que livro.
Sabe a ovelha negra da família que pensa em padrões diferentes e não se deixa alienar pelo poder das mídias, que não dá a mínima para o que os ignorantes lhe dizem à respeito da obrigação de caminhar junto com a massa? Que não é satisfeito com o que é dado e sempre procura coisas diferentes? Esse livro tá aí pra esfregar na cara da sociedade que nem todo mundo é igual. (me empolguei demais)
Como o autor aborda a separação de castas e de que os sentimentos são inúteis para a evolução é tão instigante que parar de ler não é uma opção. A ideia dele de futuro é tão, mas tão conveniente que dá pra sentir na pele, que dá aquele medinho de estar chegando nisso.
Uma obra que inspirou filmes não pode deixar de ser lida.
(tais em 2018)
Vamos fazer uma pausa pois eu li ele logo depois de 1984 e agora não confio na minha memória para juntar os fatos interessantes do livro, os dois são bem similares - o que é bastante interessante já que tem um espaço de 17 anos entre os dois - Brave New World veio primeiro. Na minha opinião, 1984 foi bem mais impactante pelo fato de que não havia uma tecnologia tão avançada para a época, a única coisa a temer era o Grande Irmão, que te vigiava dia e noite. A rebelião em 1984 era algo interno, algo intenso e poético.
Essa ideia é tão cativante que explora-la foi o que mais fizeram nos anos que vieram.
Muitos filmes e livros com a mesma temática não pararam de surgir. Bom pra nós, amantes de distopia. Dá até pra fazer uma ligação com Black Mirror, já que é uma distopia de um futuro que pensamos ser próximo, mostrando o que pode dar de tão errado.
One soma is good, two soma is better.

O primeiro filme - Brave New World de 1980, foi um fiasco. Com duração de 3 horas ele tenta contar a história dos protagonistas desde o começo, assim ele inverte a ordem do livro. Confesso que assisti até a metade do filme porquê não dava mais pra aguentar a robotização dos personagens.

Me incomodou um pouco no filme foi que à todo momento fica uma música tocando de fundo tipo aquelas de boate. No filme é bem nítido que o assunto maior é a promiscuidade - algo bastante abordado no livro também, então chega uma hora que fica meio bléh todas as cenas de boate e a música de fundo brega. Mas olha aí, temos Leonard Nimoy no elenco, confesso que foi atípico vê-lo no filme. Veria de novo? Talvez, achei bem feito, bem fiel ao livro.

Equals de 2015 foi uma esperança que no fim virou uma piada. Não gostei do filme mas, a ideia de Aldous estava presente lá, do jeito que foi pensada com separação de funções, com tratamento pra'queles que começassem a sentir algo. Pra não desmerecer tanto o filme assim, eu tenho que dizer que amei a profissão dos protagonistas: ilustrador de galáxias e planetas à partir de estudos científicos. Aqui eles focam mais na parte sentimental proibida, enquanto os outros filmes levam muito em consideração as castas.

Equilibrium de 2003 também segue a linha de Aldous, porém achei um filme um tanto mais leve quanto aos outros em questão toda aquela separação de castas/funções - que relativamente não foi exposta, a única proibição é ter sentimentos - por isso a soma (termo de Aldous para se referir aos inibidores de sentimentos) é entregada semanalmente. Contradizendo o sentido de leve, vem a parte pesada onde há os Sacerdotes que caçam aqueles que começam a ter apreciação pela vida, tem sentimentos e se relacionam as escuras. A lavagem cerebral é tão grande que é dito aos Sacerdotes que as pessoas que estão indo contra o sistema vão para um lugar onde serão tratadas. Quanta mentira! E é com isso, que o filme vai se desenvolvendo. Não vou contar mais, se você não assistiu tá na hora.
***
Dá pra bater papo uma tarde inteira só falando dos filmes e obras que abordam o mesmo tema que, creio eu, foi levantado por Aldous. É um assunto atemporal,querer saber do futuro é algo que todo ser humano pensa, a ansiedade que domina a mente. Mas e aí, o que você acha de tudo isso?
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