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Estou me sentindo uma adolescente de novo. Tirando a parte de Bruxas, Demônios, Magia e coisas paranormais, para mim O Mundo Sombrio de Sabrina é a série que mais chega perto de mostrar um colegial de verdade. Nada de saltos e Channel do que vemos em @riverdale.
Primeiro que caí no conto do vigário dos rumores de um crossover entre Sabrina e Riverdale, o que não aconteceu. Fiquei triste e espero que isso aconteça na próxima temporada de alguma das duas séries.
Nessa temporada vemos Sabrina muito mais dinâmica e decidida em vários aspectos da vida dela. Amadureceram o personagem no tempo certo, já que o seu batismo da trevas tem uma ligação externa de passar da fase adolescente e começar a entender mais um pouco do que os adultos fazem ou não. Toda aquela tensão sexual que envolvem os 17 anos, a decisão amorosa entre Harvey e Nick,a petulância em bater de frente com os mais velhos e a escolha pela solidão. Afinal, já temos a percepção de que Sabrina não se dá por vencida por qualquer coisa, se tem uma pessoa que quer mudar o mundo e quer o mundo pra si, é ela.
Teve uma hora que eu senti que Sabrina havia perdido a razão, porém com o passar dos episódios entendi que ela só queria a união dos mundos. Ela queria ser a desbravadora.
Nessa temporada aparecem novos desafios, personagens fortes e pragmáticos que deram a trama uma nova fase. Algumas relações foram atadas e romances surgiram mas não agradaram muito. Acho que foi só uma tentativa de afastar Sabrina de Harvey. Ainda fico com o ship de Brinick (Sabrina + Nick)
Agora eu preciso falar: Prudence, porquê tão estúpida?
Claro que isso só mostra o quanto relações familiares podem ser tóxicas e comprometedoras a ponto de esquecermos do nosso eu e viver em bem da família mesmo que esse bem seja algo que nos prejudique.
A série conseguiu trazer vários tópicos de assuntos importantes em cenas que ficaram claras, exemplificando como o abuso, preconceito, toxicidade pode vir de qualquer canto ou qualquer um.
Já a srta. Wardell revelou sua verdadeira face e cumpriu seu plano-destino, gostei muito do final que ela teve, apesar de não ter gostado muito da personagem na série.
Claramente já queria uma 3ª temporada feita para saber quais problemas perseguiram os Spellmans, já que o episódio final não fechou a história da trama.
E pra fechar o post com um gostinho de quero mais, deixo com vocês essa análise de todas as referências ao mundo do horror que a série fez. Simplesmente eu amei essa postagem!
Maratonei O Mundo Sombrio de Sabrina Parte 2, e agora?
08/07/2019

Primeiro que caí no conto do vigário dos rumores de um crossover entre Sabrina e Riverdale, o que não aconteceu. Fiquei triste e espero que isso aconteça na próxima temporada de alguma das duas séries.
Nessa temporada vemos Sabrina muito mais dinâmica e decidida em vários aspectos da vida dela. Amadureceram o personagem no tempo certo, já que o seu batismo da trevas tem uma ligação externa de passar da fase adolescente e começar a entender mais um pouco do que os adultos fazem ou não. Toda aquela tensão sexual que envolvem os 17 anos, a decisão amorosa entre Harvey e Nick,a petulância em bater de frente com os mais velhos e a escolha pela solidão. Afinal, já temos a percepção de que Sabrina não se dá por vencida por qualquer coisa, se tem uma pessoa que quer mudar o mundo e quer o mundo pra si, é ela.
Teve uma hora que eu senti que Sabrina havia perdido a razão, porém com o passar dos episódios entendi que ela só queria a união dos mundos. Ela queria ser a desbravadora.
Nessa temporada aparecem novos desafios, personagens fortes e pragmáticos que deram a trama uma nova fase. Algumas relações foram atadas e romances surgiram mas não agradaram muito. Acho que foi só uma tentativa de afastar Sabrina de Harvey. Ainda fico com o ship de Brinick (Sabrina + Nick)
Agora eu preciso falar: Prudence, porquê tão estúpida?
Claro que isso só mostra o quanto relações familiares podem ser tóxicas e comprometedoras a ponto de esquecermos do nosso eu e viver em bem da família mesmo que esse bem seja algo que nos prejudique.

A série conseguiu trazer vários tópicos de assuntos importantes em cenas que ficaram claras, exemplificando como o abuso, preconceito, toxicidade pode vir de qualquer canto ou qualquer um.
Já a srta. Wardell revelou sua verdadeira face e cumpriu seu plano-destino, gostei muito do final que ela teve, apesar de não ter gostado muito da personagem na série.
Claramente já queria uma 3ª temporada feita para saber quais problemas perseguiram os Spellmans, já que o episódio final não fechou a história da trama.
E pra fechar o post com um gostinho de quero mais, deixo com vocês essa análise de todas as referências ao mundo do horror que a série fez. Simplesmente eu amei essa postagem!
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Séries
the umbrella academy
tv&cinema
E agora com vocês, o cosplay mais fácil de fazer (até eu já fiz, tirando o violino que troquei por um ukuele).
O que achei de The Umbrella Academy in a Gerard Way (com spoilers)
22/04/2019

Estava em êxtase esperando essa série, afinal a HQ de criação de Gerard Way e Gabriel Bá me animaram mais do que nunca. Ver Gerard Way de volta, com novos singles é pra arrebatar qualquer emo-fã do cantor. Confesso que fui motivada in a Gerard Way.
Se você não sabe do que estou falando, se liga só:
The Umbrella Academy é a adaptação da série de quadrinhos de mesmo nome, estreada pela Netflix em Fevereiro de 2019. A série conta com a história de um pai adotivo e suas sete crianças extraordinárias, que tomaram rumos diferentes em um futuro turbulento.

Com uma trilha sonora espetacular, The Umbrella Academy ganhou meu coração. Não só pela sonoplastia excelente, mas sim pelo conjunto da obra que ficou muito bom. A série conseguiu trazer tudo em equilíbrio na trama, o humor, o drama, a paixonite aguda e a ação nos dez episódios.
Para alguns pareceu meio bobo, mas para mim ficou perfeito. Será emoção de uma série nova? Talvez. O gênero me agrada muito para ter que reclamar de algo.
A trama começa com a morte do Sr. Reginald Hargreeves, o que faz com que os irmãos, que até então separados, voltem a se encontrar. Uma morte suspeita que reúne a turma em uma investigação sem fim sobre o que realmente aconteceu com o pai e que acabam por revelar segredos que fazem o time permanecer junto.
Uma das coisas que me animaram e me deixaram no hype quando a série foi anunciada, foi o fato de ter a Ellen Page no elenco. Logo pensei: nossa vai ser foda. E foi. Foi foda de aturar a Vanya Hargreeves, personagem interpretada pela Ellen. Tá, ela teve todos os seus motivos para ser isolada, se afastar de todos, se sentir insignificante e posteriormente ter um pavio curto. Esse isolamento deixou marcas em Vanya, marcas tão profundas que a primeira pessoa que é legal com ela, ela já entrega sua confiança - ingênua demais.
De longe, o número 05 é o meu favorito. Ele é tão sem tempo pra enrolação e focado no que quer que acaba perdendo muitos pontos que estão interligados e debaixo do seu nariz, o que faz parecer um tantinho arrogante. The kid wants coffee. Junto com Klaus, o número 04, eles vão conseguir se safar do fim do mundo de um jeito um tanto inesperado.
A série vai e volta e roda muitos cenários, o presente e o passado da academia, o futuro da terra, a agência de tempo e suas maletas. No meio da série você entende que o problema sempre foi a Vanya, e ela só estava esperando um gatilho para que seu poder pudesse acordar. E aí que eu não sei se RH fez bem em prende-la ou só piorou o seu estado mental. Mas com certeza, foi uma decisão difícil.
Apesar de muito previsível, a série tem o seu charme e nos deixa com um sentimento indefinido por Reginald. Alguns personagens secundários foram usados apenas como pivô para incrementar a história - a namorada de Diego, a filha da Alisson, o namorado do Klaus, a missão de Luther na Lua.
Senti que a apresentação dos personagens foi bem distribuída, e os poderes bem criativos: Número 01- Luther e sua ultra força, Número 02 - Diego e sua habilidade de mira perfeita, Número 03 - Alisson e suas influencia com as palavras, Número 04- Klaus e a interação com o mundo dos mortos, Número 05 - The kid, que viaja pelo tempo, Número 06 - Ben e seu monstro interior, e por fim, a Número 07, Vanya e seus poderes telecinéticos adormecidos. Gostaria que a habilidade do Klaus fosse mais trabalhada, entendi que pelo estilo de vida que ele levava era quase impossível elevar seu poder, porém achei muito bacana a conexão que ele tinha com o outro mundo - o que acabou ajudando ele várias vezes.
A série acabou nos deixando com poucas perguntas para a próxima temporada, por causa do ultimo episódio que foi sensacional. Como Ben morreu? Cadê o resto das crianças? Quem realmente é Reginald Hargreeves?
Peguei a HQ para ler e dar aquela comparada com as mudanças da série. Estamos ansiosos pela 2ª temporada que já foi renovada.
E aí, o que achou da série? Queremos fazer cosplay de Hazel e Cha Cha, vai no meu insta e veja a prévia!
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riverdale
tv&cinema
Riverdale é uma das séries exceções no meu acervo. Fico relutante quando a série é adolescente, mas Riverdale me pegou pela mão e me surpreendeu- não sei, foi uma conexão com minha parte relax. Uma coisa sobre séries de drama adolescente: os teens vão pra escola de salto fino, de preferência os de 15cm. Assim como Pretty Little Liars é famosa pelo estilo dos personagens, Riverdale não fica atrás.
Toni é meu espírito animal na hora de me vestir. O simples e confortável em um jeito emo-gótico de ser. Toni sempre está de preto e seus looks revelam a sua personalidade forte: coturnos & jaquetas. Amo demais o estilo da Toni e ele está entre os meus favoritos. Apesar dela usar muitos tons escuros, as vezes consegue mixar uma corzinha pra dar um ar "feliz" pro outfit.
Inspire-se no estilo de Riverdale
04/04/2019

O estilo da Betty se define naquele básico casual. Tem muita cor clara e maquiagem básica - cor de saúde. Poucos acessórios e muita sobreposição de camisetas e swetears com calça jeans. Entre todos os estilos, o da Betty é o que vemos na realidade.
A icônica Cheryl tem sua marca: o vermelho. A paleta de cores do look da Blossom é definido por vermelho e preto, bem gótica suave. De todos os estilos é os do que eu mais amo! Tem muita bota, saia, chokers e o batom vermelho sempre presente. É chic casual, mas sempre que pode chama a atenção de todos.
Você pode ter não reparado nos looks da Josie mas sabe que ela sempre está bem vestida. Não tendo um estilo definido, eu a vejo como alguém que gosta de mixar as peças e estar na moda. Além da tiara das Pussycats, Josie sempre carrega em seus looks a botinha marrom.

Verônica vem de uma família rica, e seus looks refletem isso. O colar de pérolas é um dos seus acessórios indispensáveis. Sempre com roupas de uma bussiness woman, o seu closet é cheio de terninhos, vestidos, e salto alto. Não esquecendo uma bolsa maletinha e a sobrancelha bem feita.
Todos esses looks foram inspirações que juntei pensando nas personagens. Fico entre a Cheryl e a Toni na hora de montar um look. Me conta qual você gostou mais!
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russian doll
Séries
tv&cinema
Querida Amy Poehler, eu te venero.
Com 08 episódios de meia hora, Boneca Russa é daquelas series pra assistir em um dia. A comédia dramática vai nos deixar em uma ambiente de Dia da Marmota, onde Nadia - vivida pela queridíssima Natasha Lyonne (OITNB)- tenta entender o porquê de estar revivendo o mesmo dia a cada vez que morre.
A série é bem rápida, mesmo estando no mesmo cenário/música/falas, sempre tem algo diferente - gostei bastante disso. A música de fundo vai ficar na sua cabeça, não adianta, e você vai amar ela.
Os primeiros três episódios mostram mais a vida e personalidade de Nadia, o que casou perfeitamente com a atriz- já que ela meio que ignora o que está acontecendo e acha que é um sonho ou está drogada demais.
Depois disso é ela tentando resolver toda essa coisa de morrer e voltar.
Um enredo bem viajado que não dá furos.Pra quem curte o gênero, vai gostar da série.
O tanto que essa música ficou na minha cabeça eu não contei, mas parecia que a cada replay eu revivia.
A Ireverência de Russian Doll (2019)
11/03/2019

Com 08 episódios de meia hora, Boneca Russa é daquelas series pra assistir em um dia. A comédia dramática vai nos deixar em uma ambiente de Dia da Marmota, onde Nadia - vivida pela queridíssima Natasha Lyonne (OITNB)- tenta entender o porquê de estar revivendo o mesmo dia a cada vez que morre.
A série é bem rápida, mesmo estando no mesmo cenário/música/falas, sempre tem algo diferente - gostei bastante disso. A música de fundo vai ficar na sua cabeça, não adianta, e você vai amar ela.
Os primeiros três episódios mostram mais a vida e personalidade de Nadia, o que casou perfeitamente com a atriz- já que ela meio que ignora o que está acontecendo e acha que é um sonho ou está drogada demais.
Depois disso é ela tentando resolver toda essa coisa de morrer e voltar.
Um enredo bem viajado que não dá furos.Pra quem curte o gênero, vai gostar da série.
O tanto que essa música ficou na minha cabeça eu não contei, mas parecia que a cada replay eu revivia.
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sabrina
tv&cinema
Logo que acabei Riverdale, engatei Sabrina e já quero falar o que achei.
Assim, pelos boatos ainda não sei se o crossover entres as séries vai rolar, mas se rolar acho que vai ficar tão destoante que um vai estragar o outro.
Sabrina é aquela série bem adolescente, é inocente e recheada de amigos. Riverdale pega mais pesado em todos os aspectos. Não que isso seja ruim, mas Sabrina me pareceu muito aquelas séries que a gente assistia quando chegava da escola - a sensação perfeita pra quem gosta de uma nostalgia básica.
Sabrina é uma garota que defende seus amigos e não deixa que coisas erradas sejam varridas pra debaixo do tapete, e isso a faz entrar em mil e uma confusões em sua escola e casa. É uma trama gostosa com aquele tempero de filme de sessão da tarde sabe? Pra assistir, relaxar e aprender umas invocações.
As tias que cuidam dela tem personalidades opostas (assim como os amigos da bruxinha), e acabei amando mais a tia Hilda do que a tia Zelda - sem comentários para Ambrose, que é um amor. Independente disso, a série mostra como a relação que eles têm como família é muito amorosa e aconchegante.
A deixa de ser uma série de bruxas e ocultismo é o local certeiro pra mostrar a relação humana para com a sociedade - os personagens tem vários leões e demônios interiores para combater diariamente.
Foram poucas coisas que não gostei na série, uma delas foi que Sabrina sempre estava 100% da vida disposta para o namorado, achei um porre essa parte mas mostrou muito como romances adolescentes funcionam. Aquela paixonite aguda que parece que é pro resto da vida, enquanto o cara é uma porta que ainda tá saindo das fraldas. Tirando isso, a série é muito boa.
Havia odiado a ideia de Salem não falar, porém isso não tirou o charme do bichano e não atrapalhou em nada a série. Gatos, um amor incondicional e feroz que eu tenho - so no complainings about it.
Esse ano eu estou com a mente aberta pra tudo quanto é tipo de série, filme, livro. Normalmente eu odeio qualquer coisa de romance, drama e bestinha, mas até está me fazendo bem ver esse tipo de conteúdo.
E aí, o que achou da volta de Sabrina?
A sessão da tarde em O mundo sombrio de Sabrina
28/02/2019

Logo que acabei Riverdale, engatei Sabrina e já quero falar o que achei.
Assim, pelos boatos ainda não sei se o crossover entres as séries vai rolar, mas se rolar acho que vai ficar tão destoante que um vai estragar o outro.
Crossover é uma técnica literária de misturar personagens de núcleos diversos interagindo entre eles.
Sabrina é aquela série bem adolescente, é inocente e recheada de amigos. Riverdale pega mais pesado em todos os aspectos. Não que isso seja ruim, mas Sabrina me pareceu muito aquelas séries que a gente assistia quando chegava da escola - a sensação perfeita pra quem gosta de uma nostalgia básica.
Sabrina é uma garota que defende seus amigos e não deixa que coisas erradas sejam varridas pra debaixo do tapete, e isso a faz entrar em mil e uma confusões em sua escola e casa. É uma trama gostosa com aquele tempero de filme de sessão da tarde sabe? Pra assistir, relaxar e aprender umas invocações.
As tias que cuidam dela tem personalidades opostas (assim como os amigos da bruxinha), e acabei amando mais a tia Hilda do que a tia Zelda - sem comentários para Ambrose, que é um amor. Independente disso, a série mostra como a relação que eles têm como família é muito amorosa e aconchegante.
A deixa de ser uma série de bruxas e ocultismo é o local certeiro pra mostrar a relação humana para com a sociedade - os personagens tem vários leões e demônios interiores para combater diariamente.
Foram poucas coisas que não gostei na série, uma delas foi que Sabrina sempre estava 100% da vida disposta para o namorado, achei um porre essa parte mas mostrou muito como romances adolescentes funcionam. Aquela paixonite aguda que parece que é pro resto da vida, enquanto o cara é uma porta que ainda tá saindo das fraldas. Tirando isso, a série é muito boa.
Havia odiado a ideia de Salem não falar, porém isso não tirou o charme do bichano e não atrapalhou em nada a série. Gatos, um amor incondicional e feroz que eu tenho - so no complainings about it.
Esse ano eu estou com a mente aberta pra tudo quanto é tipo de série, filme, livro. Normalmente eu odeio qualquer coisa de romance, drama e bestinha, mas até está me fazendo bem ver esse tipo de conteúdo.
E aí, o que achou da volta de Sabrina?
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riverdale
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Pra quem surtou com o final da segunda temporada de Riverdale e queria ver o que aconteceria a seguir, essa temporada infelizmente não preencheu a expectativa esperada e tomou um novo rumo.Algumas coisas continuam: o ódio por Hiram, a eterna briga entre Hiram e Archie, A loucura de Alice com a Fazenda, Serpents vs Ghoulies e a incessante curiosidade de Betty.
Riverdale agora está a mercê de um jogo de tabuleiro, o Grifos & Gárgula. E é nisso que toda a temporada se segura, e até volta no tempo mostrando os pais de toda a galera na idade deles. Assim a série ganhou um tom sombrio, macabro e que perturba psicológico - deixando várias questões no ar sobre o jogo.
Entrando no Submundo com a 3ª Temporada de Riverdale
22/02/2019

Riverdale agora está a mercê de um jogo de tabuleiro, o Grifos & Gárgula. E é nisso que toda a temporada se segura, e até volta no tempo mostrando os pais de toda a galera na idade deles. Assim a série ganhou um tom sombrio, macabro e que perturba psicológico - deixando várias questões no ar sobre o jogo.
Com Archie na cadeia, e em julgamento, novos personagens são inseridos na série e não ficam por muito tempo, tampouco tem suas histórias contadas. A trama sempre envolvendo os principais, ficou um pouco maçante em alguns episódios e amornou o clima de tensão constante que a série carregava.
Algumas tramas já estavam bem prováveis de acontecer, mas ainda no estilo cobra comendo cobra. Oh cidadezinha que um quer acabar com o outro. Achei que iria odiar mais o Hiram mas meu sentimento foi apenas de preguiça da briga eterna dele com Verônica por causa do Archie.
O episódio final foi bem neutro, deixando apenas um questionamento pra próxima temporada. Por isso, agora estou assistindo Sabrina, os boatos de que vai ter um crossover entre as séries foi lançado e já que Riverdale e Greendale são vizinhas e sempre estão sendo mencionadas em ambas as séries, eu acredito que pode sim acontecer.
Para mim foi uma temporada bem ok, não sei quais os planos para a 4ª temporada mas suponho que vem briga grande já que prepararam muito o terreno.
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grimm
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Quem nunca ouviu os contos dos irmãos Grimm, vagando pelo mundo em uma caça à bruxas e demônios? Foi por esse motivo que me interessei pela série e começamos a assistir.
A série passa em Portland, onde Nick Buckhart é um investigador de homicídios que descobre ser diferente dos demais. A partir de visões que Nick começa a ter, um novo mundo de monstros, sombras e medos vem à tona - daí que a trama começa a se desenvolver.
O que eu amo na série é o fato dela ser multicultural - a inserção de idiomas que ela tem é fantástica. Vai do espanhol ao russo, e arrisca até um português. Ela corre por todos os contos de fadas, contos folclóricos e locais que você possa imaginar. É surpreendente o quanto eles abrangem o mundo místico no decorrer dos episódios que vão além de contos de fadas e as superstições que conhecemos. É tudo muito mágico e sombrio.
Na mesma linha de série de Sobrenatural (2005) e Once Upon a Time(2011), dá pra perceber uma mistura. No primeiro episódio eu já me apaixonei na série - ao contrário de Sobrenatural que vi vários episódios e não consegui aquela conexão. Grimm tem muita ação, por isso dá vontade de maratonar. Você fica agitado com a série, são poucos os episódios que são parados. Drama à flor da pele, com suspense e muitas pitadas de humor.
Claro que temos que relevar os efeitos especiais, que vão melhorar lá pela 3ª temporada. No começo é tudo muito caseiro, mas não é nada que incomode muito, é algo mais pra rir e comentar. Pra mim, deu até um charme na série. Os personagens crescem muito no enredo e se transformam - literalmente. Porém, algumas coisas nos deixaram meio chateados: alguns personagens não tiveram o brilho que mereciam e alguns dramas se estenderam demais e outros que pareciam ser bem importantes de menos.
Tem tanta reviravolta na série, algumas beirando o absurdo, que até os criadores - que seguem o estilo de desapego de personagem de Game Of Thrones - tiram sarro no episódios finais das temporadas.
Gostaria que existisse mais material físico sobre a série. Existe o Guia Wesen Série Grimm Contos de Terror, mas é daquelas coisas de poucos volumes que não fazem tanto sucesso no Brasil. Também temos alguns quadrinhos e livros mas não são diretamente relacionado a série.
É uma série que indico muito pra quem curte ficção e não gosta de série parada.
Confira o trailer:
Grimm (2011) - Ficção e Drama Policial Juntos.
06/02/2019
![]() |
| Grimm (2011-2017), 6 Temporadas pela NBC distribuída pela Netflix e Amazon Prime Video. |
A série passa em Portland, onde Nick Buckhart é um investigador de homicídios que descobre ser diferente dos demais. A partir de visões que Nick começa a ter, um novo mundo de monstros, sombras e medos vem à tona - daí que a trama começa a se desenvolver.
O que eu amo na série é o fato dela ser multicultural - a inserção de idiomas que ela tem é fantástica. Vai do espanhol ao russo, e arrisca até um português. Ela corre por todos os contos de fadas, contos folclóricos e locais que você possa imaginar. É surpreendente o quanto eles abrangem o mundo místico no decorrer dos episódios que vão além de contos de fadas e as superstições que conhecemos. É tudo muito mágico e sombrio.
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| Adalind, Sean, Rosalee, Monroe, Nick, Juliette, Hank e Wu. |
Na mesma linha de série de Sobrenatural (2005) e Once Upon a Time(2011), dá pra perceber uma mistura. No primeiro episódio eu já me apaixonei na série - ao contrário de Sobrenatural que vi vários episódios e não consegui aquela conexão. Grimm tem muita ação, por isso dá vontade de maratonar. Você fica agitado com a série, são poucos os episódios que são parados. Drama à flor da pele, com suspense e muitas pitadas de humor.
Claro que temos que relevar os efeitos especiais, que vão melhorar lá pela 3ª temporada. No começo é tudo muito caseiro, mas não é nada que incomode muito, é algo mais pra rir e comentar. Pra mim, deu até um charme na série. Os personagens crescem muito no enredo e se transformam - literalmente. Porém, algumas coisas nos deixaram meio chateados: alguns personagens não tiveram o brilho que mereciam e alguns dramas se estenderam demais e outros que pareciam ser bem importantes de menos.
Tem tanta reviravolta na série, algumas beirando o absurdo, que até os criadores - que seguem o estilo de desapego de personagem de Game Of Thrones - tiram sarro no episódios finais das temporadas.
Gostaria que existisse mais material físico sobre a série. Existe o Guia Wesen Série Grimm Contos de Terror, mas é daquelas coisas de poucos volumes que não fazem tanto sucesso no Brasil. Também temos alguns quadrinhos e livros mas não são diretamente relacionado a série.
É uma série que indico muito pra quem curte ficção e não gosta de série parada.
Confira o trailer:
E aí, o que achou da série?
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